9 de dezembro

SOGRAS…




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15 de setembro

A empresa Economic Queem estava procurando profissionais na área de contábeis.

Foram selecionados três contadores.
O primeiro contador entrou e saiu com a cabeça baixa, os outros dois perguntaram:
— Como que foi lá cara?
Ele respondeu:
— Me perguntaram quanto que é 2+2, e eu respondi que era 4.
O segundo contador entrou e saiu com a cabeça baixa e contou a mesma história.
O terceiro contador entrou e saiu sorrindo abraçado com o chefe, com ele dizendo.
— Amanhã mesmo você já pode começar!
Todos ficaram curiosos com aquilo e perguntaram para ele:
— Cara, como você conseguiu?
O contador disse rindo:
— Simplesmente, ele me perguntou quanto dava 2 + 2 = ?, eu disse à ele:
“Quanto que o senhor quer que dê?”


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14 de setembro

A mulher liga toda esbaforida para o marido no escritório:


— Querido, o carro não quer pegar… está com água no carburador.
— Você já chamou um mecânico?
— Não!
— Então como é que sabe que o problema é com o carburador?
— Palpite!
— Tá bom, eu vou até aí… onde está o carro?
— Dentro da piscina!


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31 de julho

Meia, Meia, Meia, Meia ou Meia?

Na recepção do salão de convenções, em Fortaleza:

– Por favor, gostaria de fazer minha inscrição no Congresso.

– Pelo seu sotaque, vejo que o Sr. não é brasileiro. O senhor é de onde?

– Sou de Maputo, Moçambique.

– Da África, né?

– Sim, sim, da África.

– Pronto, tem palestra agora na sala meia oito.

– Desculpe, qual sala? – Meia oito. – Podes escrever?

– Sessenta e oito, assim, veja: 68.

– Ah, entendi, meia é seis.

– Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: a organização cobra uma pequena taxa, se quiser ficar com o material. Quer encomendar?

– Quanto pago? – Dez reais.

Mas estrangeiros e estudantes pagam meia. – Hmmm! que bom. Aqui está: seis reais.

– Não, não, o Sr. paga meia. Só cinco, entende?

– Pago meia? Cinco? Meia é cinco?  

– Isso, meia é cinco. – Tá bom, meia é cinco. – Não se atrase, a palestra é às nove e meia.

– Então, já começou há quinze minutos. São nove e vinte.

– Não, não, ainda faltam dez minutos. Só começa às nove e meia. 

– Pensei que fosse às 9h5min, pois meia não é cinco?

Pode escrever a hora em que começa? – Nove e meia; assim, veja: 9h30.

– Entendi, meia é trinta.

– Isso, 9 e 30… Mais uma coisa, aqui está o fôlder de um hotel com preço especial para congressistas… Já está hospedado?

– Sim, na casa de amigos. – Em que bairro? – No Trinta Bocas.

– Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza; não seria no Seis Bocas? – Isso mesmo, no bairro Meia Boca.

– O bairro não é meia boca, é um bairro nobre.

– Então deve ser cinco bocas.

– Não, Seis Bocas, entende? Seis Bocas. Chamam assim por causa do encontro de seis ruas; por isso, seis bocas. Entendeu?

– Acabou?

– Não, Sr… é proibido entrar de sandálias. Coloque uma meia e um sapato… O africano infartou!


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12 de julho

A professora pergunta:

— Joãozinho, que tipo de mulher você admira??

Joãozinho responde: — Eu gosto de mulher igual à lua…

A professora elogia:  — Que lindo, uma mulher linda e que brilhe como a lua, né?!

Joãozinho responde: — Não, que venha só passar a noite e que de dia caia fora…


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12 de junho

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28 de maio


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12 de maio

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26 de março

Um casal rico, Pedro Afonso e Patrícia, está em uma recepção para uma instituição de caridade, à noite, quando Patrícia sente-se cansada.

“Vou para casa”, ela avisa o marido.

“Sem problemas”, ele diz, “vou pegar uma carona para casa mais tarde. Pegue a limusine”.

Ao chegar em casa, Patrícia encontra Jarbas, seu mordomo, deitado no sofá, relaxando. Ela vai até Jarbas e ordena,

“Jarbas, tire meu vestido”. Jarbas obedece e tira o vestido.

Ela então ordena, “Jarbas, tire meus saltos altos”, Jarbas obedece e tira seus saltos altos.

“Jarbas,” ela ordena, “tire o meu sutiã”, Jarbas obedece e tira seu sutiã.

“Jarbas,” ela ordena, “tire a minha calcinha”. Jarbas obedece e tira as calcinhas dela.

Então ela o olha de cima a baixo e diz “Jarbas, se eu te pegar usando minhas roupas de novo, você está demitido!”


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27 de fevereiro

Um homem estava deitado em seu leito de morte, somente esperando o momento final para despedir-se do mundo.

Ele estava bastante tranquilo, principalmente porque havia um padre no quarto do hospital que estava preparando-o para este momento.

O padre, para garantir a boa jornada da alma do homem, começou a exclamar:

“Condene o diabo! Ele precisa saber que você não está do lado dele, e que o senhor é do bem! Vamos!”

O homem apenas observava e não dizia nada.   E o padre repetia:

“Vamos! Afaste este mal! Faça o diabo saber que o senhor não está do lado dele!”

E o homem não reagia. Então o padre finalmente perguntou:

“Por que o senhor se recusa a declarar que não está do lado do diabo??”

O homem pacientemente responde:

“Veja bem, padre. Para ser sincero, depois da vida que eu tive, eu não sei bem para onde vou, então é melhor não criar inimizades antes de partir, não é mesmo?”


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13 de janeiro

Um velhinho caminhava pelo centro da cidade e passou em frente um bordel.

Uma moça bem bonita estava na porta e o chamou:

– E aí, vovô, vamos brincar um pouquinho?

O velhinho respondeu desolado: – Já não consigo mais, minha filha!

A mulher então insiste: – Eu serei paciente com o senhor.  

Ela insiste mais de uma vez, e ele acaba cedendo.

Foram para o quarto e logo foi a primeira. Quinze minutos depois, já foi a segunda e, em menos de meia hora partiram para a terceira.

Surpresa, a mulher diz a ele: – E o senhor disse que não podia mais!

E o velhinho explicou: – Isso eu consigo, eu não consigo mais é pagar! A aposentadoria não me permite…


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11 de janeiro

Mauro estava em seus últimos momentos de vida, rodeado por toda a sua família – esposa, filhos e netos. Então, bem fraco e sussurrando, ele disse: “Preciso contar a vocês o meu maior segredo”.

Todos ficaram parados e surpresos, esperando a sua grande revelação.

“Antes de me casar, eu tinha tudo”, explicou Mauro. “Carros esportivos e caros, muitas mulheres e bastante dinheiro. Mas um grande amigo na época me aconselhou:

‘Case-se e comece uma família. Senão, ninguém vai estar lá para lhe dar um copo d’água quando estiver no seu leito de morte.    

Então eu segui o seu conselho. Troquei todas as mulheres por uma esposa, e cerveja por jantar em casa. Vendi minha Ferrari e investi na educação dos filhos. E agora aqui estamos.

E sabe o que mais?”

“O quê?!”, perguntaram os familiares, surpresos e curiosos.

“Eu não estou com sede!”


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12 de dezembro

O senhor Honório já estava bem velhinho e fazendo muita confusão com as coisas, os usuais problemas da idade.

Um dia, ele acordou com uma dor de dente muito forte. Ele não tinha convênio dentário e a aposentadoria era muito minguada para pagar um bom dentista. Então ele foi em busca de ajuda, perguntando para os vizinhos se alguém podia ajudá-lo.

A vizinha da casa de frente sugeriu o seguinte:

— Seu Honório, sabe que semanas atrás eu também estava com o mesmo problema e não tinha dinheiro para pagar um dentista. Aí uma comadre sugeriu que eu fosse em algum lugar que tivesse estudantes de odontologia. Eles tratam do seu problema de graça!    

— Que bom! Vou atrás disso! – disse o velhinho.

Seu Honório então foi até a faculdade mais próxima que havia perto da sua casa. Ao entrar, falou logo com o primeiro estudante que viu à sua frente:

— Ô moço, por favor, dá uma ajuda! Estou com uma dor terrível no meu canino esquerdo! O que você pode fazer por mim?

— Mas aqui é uma faculdade de direito! – diz o estudante.

Seu Honório põe a mão na testa e diz:

— Essa não! Eu não sabia que existia uma faculdade para cada lado da boca!


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10 de dezembro

No tribunal, durante uma audiência de divórcio, o juiz pergunta ao filho do ex-casal com quem ele prefere morar.

“Então, jovenzinho, você quer ficar com a sua mãe?”, pergunta o juiz.

“Ah, não! Minha mãe é professora, ganha mal e não tem tempo pra mim”, responde a criança.

“Então suponho que queira ficar com seu pai, correto?”, continua o juiz.

“Também não! Papai trabalha o dia inteiro e sempre chega em casa cansado. Nunca tem disposição pra brincar comigo.” 

“Mas então me diga, meu filho, com quem você quer ficar, afinal?”, insiste o juiz.

“Na verdade, eu quero ficar com o senhor, que recebe 30 mil e ainda tem auxílio-moradia, auxílio-creche, auxílio-paletó, auxílio-educação, dois meses de férias por ano, segurança armada e ainda teria muito tempo para me dar atenção, já que trabalha só umas 3 horas por dia!”


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26 de novembro

Zé Luís aguarda sua complicada cirurgia quando seu anestesista entra na sala com sua equipe.

Zé Luís engole em seco e pergunta:

“Por favor doutor, o senhor se importaria de me explicar como vai me anestesiar? Esta é minha primeira vez em uma cirurgia”.

“Claro”, diz o anestesista gentilmente, “não se preocupe, só uso os melhores medicamentos e tenho muita experiência em medir a quantidade certa. Você não sentirá nada e acordará sem qualquer efeitos colaterais.”

“Fantástico, obrigado, doutor”, diz Zé Luís.

“Claro”, disse o médico, “a propósito, qual é o seu plano de saúde?”

“Nenhum”, diz Zé Luís, “não tenho plano de saúde”.

“Ah, entendi”, diz o anestesista e então começa a contar:

“Um carneirinho, dois carneirinhos…”


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