11 de agosto

O correto nem sempre é justo

Dois juízes encontram-se no estacionamento de um motel e, constrangidos, reparam que cada um está com a mulher do outro. Após alguns instantes de silêncio, mas mantendo a compostura própria dos magistrados, em tom solene e respeitoso, um diz ao outro:

– Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o correto seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência, no seu.

Ao que o outro respondeu:
– Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o correto, sim.

 No entanto, não seria justo, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando.


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10 de agosto

Um político que vive em uma pequena cidade do interior visita uma senhora conhecida por ter muito dinheiro e que é muito bondosa, pois está sempre envolvida em trabalhos sociais e faz doações em quantias generosas de dinheiro. Ele toca a campainha e, quando ela abre a porta, o vê chorando copiosamente.


— Oh! O que aconteceu?, pergunta a mulher.


— Minha senhora, estou te fazendo essa vista em nome da caridade e do bem-estar social, diz ele, com voz desesperada.


— Ora, não seja por isso! Entre, meu caro, entre! — diz a mulher.

— Senhora, — diz o político ainda aos soluços — eu vim até aqui para lhe falar de uma família que está passando por grandes dificuldades aqui na cidade.

O pai faleceu, a mãe está doente e não pode trabalhar e os sete filhos estão passando necessidade. Estão a ponto de serem expulsos de casa e serão forçados a morar nessas ruas geladas… A menos que alguém pague o aluguel deles, de 500 reais.


A senhora fica comovida.


— Que situação! Mas é muita bondade sua vir até aqui para tentar ajudá-los. Por acaso posso perguntar quem é o senhor?


E o político responde, com cara de choro:


— Eu sou o proprietário da casa onde eles vivem!


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31 de julho

Uma professora passou a seguinte lição de casa aos seus jovens alunos: eles deveriam perguntar aos seus pais sobre alguma história de família que tivesse uma lição de moral no final, e compartilhar a história com a classe no dia seguinte.

No outro dia, José deu o primeiro exemplo:

“Meu pai é um fazendeiro e nós temos algumas vacas. Um dia estávamos levando o leite que ordenhamos para vender na cidade, mas batemos o carro e todas as garrafas quebraram. Eu me desesperei, comecei a chorar, mas meu pai apenas limpou a bagunça, voltamos para casa, e ele disse que iríamos no dia seguinte ordenhar mais vacas para cobrir o prejuízo. A moral da história é que não adianta chorar sobre o leite derramado…”

“Muito bem!”, disse a professora.

Em seguida, Maria disse: “Nós somos fazendeiros também. Tínhamos um boi que era o maior e mais forte da região, um orgulho! Um dia, uma aranha mordeu o boi, mas nós nem ligamos porque ela era minúscula. Acontece que era uma aranha muito venenosa, e no dia seguinte o boi morreu…. A moral da história é que tamanho não é documento!”

“Excelente!”, disse a professora de novo, muito satisfeita com as respostas até ali.

Em seguida foi a vez de Joãozinho contar sua história:

“Meu pai me contou esta história sobre a minha tia Rosalinda… Ela era piloto da aeronáutica na guerra e seu avião foi atingido. Ela teve que fazer um pouso de emergência sobre o território inimigo e tudo o que ela tinha era uma garrafa de uísque, uma metralhadora e um facão.”

“Continue”, disse a professora, intrigada.

“Tia Rosalinda bebeu o uísque enquanto pousava para se preparar e, então, caiu bem no meio de uma centena de soldados inimigos.

Ela matou 70 deles com a metralhadora até que ficou sem munição. Então, ela matou mais de 20 com o facão até a lâmina quebrar. E daí ela matou os último 10 com as próprias mãos”.

“Meu Deus!”, disse a professora horrorizada. “E o que o seu pai disse que á a moral dessa história assustadora?”

“Fique longe da tia Rosalinda quando ela está bêbada.”


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26 de julho

A garota de um jovem casal de namorados decidiu apresentá-lo à família em um jantar na sexta-feira à noite. Como seria um grande evento, ela disse ao namorado: “Depois do jantar teremos nossa primeira noite juntos! E não se preocupe, meu pai não sabe de nada.”

O jovem ficou radiante, mas ao mesmo tempo muito preocupado, pois, como seria sua primeira vez, ele não sabia como agir e nem o que levar. Então decidiu ir a uma farmácia perto da casa da namorada e contou o fato ao farmacêutico. Este por sua vez foi muito solícito e explicou tudo, desde como agir até usar os preservativos. No fim, ele perguntou ao jovem qual levaria: o pacote com 3, 10 ou o extra, com 15. O rapaz, muito empolgado, optou pelo extra, pois ele e a namorada passariam a noite toda juntos!

Mais tarde, eis que chega o rapaz na casa da namorada. Ele toca a campainha, ela atende e diz: “Estou tão feliz que você vai conhecer meus pais, entre!” Ela o leva até a sala de jantar, onde os pais já estão sentados.

Então o jovem senta-se e propõe a todos fazer uma oração antes do jantar. Passa um minuto, e ele ainda de cabeça baixa. Passam 10 minutos, e ele continua sem se mexer. Passam então 20 minutos, e o rapaz ainda com as mãos em prece e a cabeça baixa. Até que a namorada, surpresa, sussurra no ouvido dele: “Não sabia que você era tão religioso”. E eis que ele responde:

 “E eu não sabia que seu pai era farmacêutico…”


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15 de julho

Atendendo a uma prescrição médica, como parte de um check-up, um senhor nos seus 85 anos precisou fazer um exame de contagem de esperma.

O doutor deu a ele um potinho e disse: “Leve isso para casa e me traga de volta amanhã, com uma amostra de esperma.” No dia seguinte, o homem voltou ao consultório e devolveu-lhe o pote, que estava limpo e vazio como no dia anterior.

O médico perguntou o que aconteceu e o senhor explicou:

“Bem, doutor, foi o seguinte… primeiro, eu tentei com a mão direita, e nada. Depois, tentei com a mão esquerda, e nada ainda.

Daí, eu pedi ajuda à minha mulher. Ela tentou com a mão direita, com a esquerda, e nada. Tentou com a boca – primeiro com os dentes, e depois, sem eles, e nada.

Nós chegamos a chamar Marilda, a nossa vizinha de porta, e ela também tentou.

Primeiro, com as duas mãos, depois, com o sovaco e, por último, até mesmo espremendo entre os joelhos, e nada.”

,O médico, chocado: “Vocês pediram ajuda à vizinha?”

O homem respondeu:

 “Pedimos! Mas não adiantou: nenhum de nós conseguiu abrir o potinho.”


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13 de julho


Dois jovens são levados ao tribunal depois de serem presos por usar drogas.

O juiz diz: “Vocês parecem bons jovens, e eu gostaria de lhe dar uma segunda chance em vez de prisão. Quero que vocês saiam neste fim de semana e tentem convencer os outros dos males do uso de drogas.” Quero ver vocês de volta ao tribunal na segunda-feira e é melhor tenham obtido alguns resultados ou vão direto para a cadeia “.

Na segunda-feira, o juiz pergunta ao primeiro sujeito: “Como você foi no fim de semana?”
“Bem, excelência, convenci 17 pessoas a abandonar as drogas para sempre.”
“Dezessete pessoas? Isso é maravilhoso. Como você fez isso?”
“Eu usei um diagrama, excelência Desenhei dois círculos assim:

O o


Então eu disse a eles que o grande círculo é o seu cérebro antes das drogas e o pequeno círculo é o seu cérebro depois das drogas. “
“Isso é admirável”, diz o juiz.,

Então ele se vira para o segundo jovem. “E o que você fez?”
“Bem, excelência, convenci 156 pessoas a abandonar as drogas para sempre.”
“Que maravilha!” diz o juiz.
“156 pessoas! Como você conseguiu fazer isso?”
“Bem, eu usei um diagrama semelhante”, diz o rapaz.
“Desenhei dois círculos assim:

o O


Então eu apontei para o pequeno círculo e disse:

 ‘Este é o seu esfíncter anal antes da prisão …’ “


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12 de julho

Salim queria muito comer a mulher do amigo Nagibe, a Salomé.


Tentava criar coragem p/ cantá-la, mas na hora H, não conseguia dizer nada.

E assim foi por vários e vários anos.
Um dia, já não se contendo, diante de uma oportunidade de encontrá-la sozinha no mercado, declarou a ela todo aquele seu desejo. Para sua surpresa, a mulher disse que também era muito a fim dele e que não via a hora de os dois transarem.


Marcaram, então, para aquela noite na casa dela, pois Nagibe estava viajando. Para segurança do encontro, Salomé disse:


– Fica em frente de casa e quando tudo estiver tranquilo, eu jogo uma moeda de cinco centavos lá de cima, do meu quarto. Esse é o sinal; ouvindo o barulho da moedinha, você entra.


Na hora combinada, Salim estava em frente a casa e logo ouviu o sinal aguardado.


Salomé, lá no quarto, toda produzida para a transa aguardava muito ansiosa e com o maior tesão. Esperou, esperou e nada do Salim entrar.

Quase uma hora depois Salomé desceu e foi ver o que se passava e encontrou Salim no jardim da casa, procurando algo pelo chã e lhe disse:


– E então, Salim, vamos transar ou não?

E ele respondeu:
– Vamu zim, mas só debois que achar o moedinha.

Ao que ela retrucou:
– Mas não vai achar nunca, pensa que sou doida???

Joguei a moeda amarrada numa linha; quando fez barulho, puxei de volta!!!


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11 de julho

O MÁGICO, O PAPAGAIO DO CAPITÃO E A MÁGICA PERFEITA!

Um mágico trabalhava em um navio de cruzeiro no Caribe. O público de seus shows mudava toda semana e, portanto, o mágico fazia sempre os mesmos truques.   No entanto, havia um problema: O papagaio do capitão do navio estava sempre lá, e assistia todos os shows a cada semana. Ao ver os mesmso truques diversas vezes, o papagaio começou a aprender como eles funcionavam.  

Travesso como era, o papagaio começou a gritar os segredos do mágico durante os shows: “Olha, não é o mesmo chapéu!”; “Olha, ele está escondendo as flores embaixo da mesa!”; “Prestem atenção – todas as cartas são o Ás de Espadas!” O mágico ficou furioso, mas não podia fazer nada, pois, afinal, era o papagaio do capitão. 

Um dia, o navio sofreu um acidente e naufragou. O mágico e o papagaio foram os únicos sobreviventes e ficaram à deriva em um pedaço de madeira, no meio do oceano.  Eles olharam um para o outro com ódio, mas não pronunciaram uma única palavra. Isso continuou por um dia, depois outro, e outro. Finalmente, depois de uma semana, o papagaio disse:

 “Ok, eu desisto. Onde está o barco?!”


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9 de julho

Um homem queria ser dispensado de fazer parte de um júri popular, mas nenhuma de suas desculpas funcionou. Então, no dia do julgamento, ele pediu para se aproximar do juiz. “Meritíssimo”, disse ele, “devo ser dispensado deste julgamento porque tenho preconceito contra o réu”.

“Por quê?” o juiz perguntou.

“Sim!” o homem respondeu. “Dei uma olhada no homem de terno azul com aqueles olhos redondos e aquele rosto desonesto, e pensei: ‘Ele é um bandido! Ele é 100% culpado.’ Então, Meritíssimo, eu não poderia estar neste júri!”

O juiz respondeu: “Volte para o júri. Você é exatamente o tipo de jurado que estamos buscando – um bom juiz de caráter”.

O homem protestou: “Como o senhor pode dizer isso?”

“Porque”, disse o juiz, “aquele homem é o advogado do réu”.


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6 de julho

Três touros ficaram sabendo que o fazendeiro estava trazendo outro touro para o rancho.

Primeiro touro: “Estou aqui há cinco anos. Não vou dar a este novo touro nenhuma das minhas 100 vacas”.

Segundo touro: “Estou aqui há três anos e ganhei meu direito a 50 vacas. Vou manter todas as minhas vacas.”

Terceiro touro: “Estou aqui há apenas um ano e, até agora, vocês só me deixaram cobrir 10 vacas. Talvez eu não seja tão grande quanto vocês, mas vou ficar com todas as dez vacas”.

Nesse momento, um caminhão de 18 rodas estaciona no pasto, carregando o maior touro que já haviam visto. Com 2 MIL kg, cada passo que ele dá sacode a rampa de aço.

Primeiro touro: “Ahhhh … na verdade, acho que posso ceder algumas vacas para o nosso novo amigo”.

Segundo touro: “Eu … tenho muitas vacas para cobrir. Posso ceder algumas também.”

Eles olham para o terceiro touro e o encontram batendo com os cascos na terra, sacudindo os chifres e bufando.
Primeiro touro: “Filho, não seja tolo – deixe que ele tenha algumas de suas vacas e viva para contar a história”.

Terceiro touro: “Droga, ele pode ficar com todas as minhas vacas. 

Só quero que fique bem claro pra ele que eu sou um TOURO.” 


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1 de julho

Três mineiros e três paulistas foram de trem para uma conferência. Na estação, os três paulistas compraram um bilhete cada um, mas viram que os três mineiros compraram um só bilhete. Um dos paulistas pergunta:

— Como é que os três vão viajar só com um bilhete?

— Espera que você vai ver!, respondeu um dos mineiros.

O trem chegou na plataforma e todos embarcaram. Os paulistas foram para suas poltronas, mas os três mineiros se trancaram juntos no banheiro.

Logo que o trem partiu, o fiscal veio recolher os bilhetes. Ele bateu na porta do banheiro e disse:

— O bilhete, por favor.

A porta abriu só uma frestinha, e dela sai apenas uma com o bilhete. O fiscal pegou e foi embora. Os paulistas viram e acharam a ideia genial.
Então, depois da conferência, os paulistas resolveram imitar os mineiros na viagem de volta e, dessa forma, podiam economizar um dinheirinho. Dessa forma, compraram um bilhete só.

Para espanto deles, os mineiros não compraram nenhum.
Um paulista perguntou perplexo a eles:

— Mas como é que vocês vão viajar sem passagem?

— Espera que você vai ver!, respondeu um dos mineiros.

Todos embarcaram e os mineiros se espremeram dentro de um banheiro e os paulistas em outro banheiro ao lado.

O trem partiu. Logo depois, um dos mineiros saiu, foi até a porta do banheiro dos paulistas, bateu e disse (disfarçando o sotaque):

— A passagem, por favor!


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30 de junho

Sentado à beira da estrada, esperando para pegar infratores nas rodovias, um oficial de trânsito observa um carro vindo a 20Km/h.

Sabendo que isso é tão perigoso em uma estrada quanto andar acima do limite de velocidade, ele manda o carro parar no acostamento.

Quando se aproxima, vê dentro do carro 5 senhoras de idade, duas na frente e 3 atrás, com os olhos arregalados e brancas como fantasmas. 

A motorista, obviamente confusa, diz:

“Senhor, eu não entendo, eu não estava acima do limite de velocidade! Por que você me parou?” 

“Minha senhora”, disse o oficial, “Você sabia que conduzir devagar demais na estrada também pode ser perigoso?” 

“Devagar demais? Não senhor! Eu estava dirigindo a exatamente 20 quilômetros por hora, bem como dizia a placa lá atrás”, disse a senhora, orgulhosa de si. 

Entendendo o erro e tentando não rir, o oficial explica que 20 é o número da rodovia, a BR-020, não o limite de velocidade. Um pouco envergonhada, a mulher sorriu e agradeceu ao oficial por explicar tudo.  

“Antes de eu ir”, diz o policial, “eu tenho que perguntar, está todo mundo bem? Suas amigas parecem muito abaladas e não disseram uma palavra desde que eu parei vocês.” 

“Ah! Elas vão ficar bem daqui a pouco, oficial. É que nós acabamos de sair da BR-222”.


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23 de junho

— Vamos começar?

— Não sei, estou com medo!

— Medo de quê?

— Medo de doer.

— Um dia você vai ter que deixar.

— Acho que não.

— Confie em mim. Eu vou devagar.

— Como fico?

— Nessa posição.

— Assim?

— Abra mais um pouco.

— Ai, está doendo.

— Aguenta firme.

— Ai, que desconfortável. Assim vai doer mais ainda!

— Mas não tem outra forma.

— Não posso aguentar mais.

— Abra mais.

— Está doendo!

— Calma… Está quase lá… Vou tirar…

— Tirei!

— Que alívio!

— Até que não fomos mal.

— Ai, está sangrando.

— Sempre sangra um pouco.

— E se não parar?

— Claro que para.

— Como você sabe?

— Tenho experiência.

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23 de junho
A melhor piada já contada na Praça é Nossa

A melhor piada já contada na Praça é Nossa

Posted by Eterno Renato Aragão on Tuesday, November 26, 2019

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22 de junho

Um velho tinha um lago no fundo de suas terras.  

De tempos em tempos, ele dava uma volta pela propriedade para ver se estava tudo em ordem. 

Tomou uma cesta para aproveitar o passeio e colher umas frutas pelo caminho… Ao aproximar-se do lago, ouviu vozes animadas. 

Viu um grupo de mulheres que se banhavam completamente nuas. Surpreso, ele ficou parado, olhando.

Ao vê-lo, todas foram para a parte mais profunda do lago, mantendo apenas a cabeça fora da água. 

Uma das mulheres gritou: – Não sairemos enquanto o senhor não se afastar! 

O velho respondeu: – Eu não vim até aqui para vê-las nadar ou sair nuas do lago! 

Levantando o cesto, lhes disse: – Estou aqui para alimentar os jacarés…


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