5 de junho

Largado por Zoto | largados comentaram ( 14 ) | Visualizações: 96


14 respostas para “TRIBUNA LIVRE”

  1. Jacinto Pulga disse:

    QUEM VOLTOU MESMO FOI O GALVÃO, O XARÁ DO ZAG
    LEVOU UMA ESCURRUMAÇA DO BOLSO.

  2. Zoto disse:

  3. Anonimo disse:

    1-Considerando que o Zag fosse lulu que acho que não é, mesmo assim,o penal perdido pelo Neymar foi bisonho, mais o segundo tempo foi bom.

  4. Anonimo disse:

    Junior volta as origens e visita Rogério Ceni onde é presenteado com uma camisa ROSA do goleiro- antigamente era só camisa preta que o bom quiper usava, até que o goleiro Raul começou a usar uma amarela, interessante que ontem eu estava a pensar: quem é melhor( ou foi) Junior ou Felipe Luís?
    Ambos ás vezes pixotiavam na defesa-vide Paulo Rossi e o terceiro gol em 82-porém, no ataque ambos se equivalem sendo o Felipe Luís super inteligente em sua visão de jogo.
    Voto no Junior pelo comjunto da obra no Flamengo pois no exterior o Felipe foi Melhor.

  5. Jacinto Pulga disse:

    2-Adivinha quem está de aniversário hoje- 5 de junho de 1941- exato ,o que trazes de homenagem ao cara.
    Sempre de bem com a vida, um abraço e felicidades ao cara.

  6. Anonimo disse:

    Tresontonte – três dias atrás
    Mazanza – tolo
    Ajojado – quieto, manso, meio doente
    Dicroca – de cócoras
    A migueli – Muito, bastante
    Intisicar – provocar
    Canaro – canário
    Onodi – eu não dei
    Adepôgi/Adispôgi – depois
    Carambota – cambalhota
    Catredal – catedral
    Dijahoje – ainda agor
    é que hoje é dia do manézinho, e este são alguns vocábulos de seu lomguajar, teve em Miguel Livramento e o seu bom dia minha gente amiga em qualquer meio de comunicação que atuasse.

  7. Anonimo disse:

    Manezinho era o termo usado até os anos 70 aos descendentes dos açorianos, aquele sujeito que
    depois do baile ou de uma festa ia pra casa com seus sapatos na mão que lhe tinha feito calo.
    Poucos ainda vivem com memórias dos anos 70 onde todo mundo se conhecia com seus costumes e maneiras.
    ontinua o termo ” mané” que subentende-se ingênuo ou bobão.

  8. Zoto disse:

    Manezinho da Ilha!

    ,

  9. Anonimo disse:

    Troféu Manezinho da ILha que teve em Aldirio
    Simões que nos deixou em 2004 o seu criador para homenagear pessoas que se identificassem
    com os costumes e maneiras ilhoa.
    Destacando-se seu amigo Luis Henrique Rosa que trouxe de NY nada menos que sua amiga Liza Minelli, com seus linguajares caracteristicos
    como: arrombaste, ou mofas com a pomba na balaia, destaque para o linguajar do Guga e a
    sua cena inusitada comendo uma banana num momento de pausa em pleno Roland Garros.
    Bons tempos que não voltam mais.

  10. Jacinto Pulga disse:

    Consta que o brasileiro preso no Egito foi perdoado pela vendedora muculmana e que a denúcia nasceu de dois brasileiros residentes nos estados unidos , consta ainda que o referido médico dava consultas no Porto e Lisboa pelos módicos 350 euros mesmo não tendo
    registro naquele país.

  11. Zoto disse:

  12. Zoto disse:

  13. Zoto disse:

    The traveler of both time and space

    Em 1973, durante o festival internacional do Marrocos, o vocalista do Led, Robert Plant visitou o deserto do Saara. Essa jornada impressionou profundamente o vocalista. Segundo ele, ao atravessar o deserto em uma estrada, a visão do mesmo era “como dirigir por um canal sem fim.” Essa visão o levou a escrever a letra de Kashmir.

    Embora o título da música esteja ligado a região da Caxemira, no Paquistão, a visão do deserto o marcou de tal forma, que o levou a profundas reflexões. O Paquistão, assim como a Índia são conhecidas por suas filosofias religiosas de caráter único e bastante original. A letra da música reflete esse profundo caráter místico-religioso, referindo-se a uma jornada através do espaço e do tempo, em busca de revelações. Ela possui referências ao deserto, onde o “Sol queima a Terra”, uma terra devastada, uma espécie de aforisma sobre a existência humana.

    Segundo o guitarrista Jimmy Page, a “… intensidade de Kashmir era tal que, quando terminamos, sabíamos que havia algo realmente hipnótico nela, não poderíamos descrever essa qualidade. No começo, havia apenas Bonzo. Ele tocou o ritmo na bateria, e eu encontrei o riff e os overdubs que foram depois duplicados por uma orquestra, para trazer mais vida à faixa”.

  14. Jacinto Pulga disse:

    Jorge em março do ano que vem, hoje é dia de tremendão que eu pensei que era mais old que Roberto.

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