24 de março

Largado por Zoto | largados comentaram ( 11 ) | Visualizações: 174


11 respostas para “TRIBUNA LIVRE”

  1. Alaor disse:

    Domingou…
    quem é ela?

  2. anonimo disse:

    Lalá não sabia o que era, não reagiu ,chegando
    em casa, o mandrião do tio esticado na poltrona
    dedilhava o celulari então ele diz ao tio que
    na escola um colega menor do que o chamou
    de ‘ perobo’.
    – não sei o que é,diz o vadio do tio,mas boa coisa não é, entao
    devias ter dado uns cascudos.
    ~mas ele é tão gatinho !

  3. anonimo disse:

    e daí-vc viu o The Brasil?
    ‘em passant’ mas soube que venceu de one a ziro pelo Galvão que estava lá.

  4. anonimo disse:

    03-07-10-25-31-52.- ninguém acertou prêmio vai a 120 milhões- Zoto pira.
    qual a chance dos meus 5 reais ou m bolão ideal de 5 mil.

  5. anonimo disse:

    Em Meu reino por um cavalo, título que nos remete à conhecida frase da obra Ricardo III de Shakespeare – Um cavalo! Um cavalo! Meu reino por um cavalo!
    porque lembrou-se disso. sei lá,porque o Brasil
    Do Paquetá melhor em campo bateu o
    English Team…

  6. anonimo disse:

    ou enquanto o padre 0távio malhava o que fazia
    o sacristão Beraldo atrás da cortina?
    a contar que eu quando ‘di menor ‘pensava que fosse são cristão.

  7. anonimo disse:

    quisera,eu tinha medo até de homem de bombacha,pensava que era o bicho papão.

  8. anonimo disse:

    aguarda um pouuinho que eu vou lá dentro tomar
    um gorpinho dágua.

  9. anonimo disse:

    lá atras daquele morro
    passa boi passa boiada
    e tem postagem
    por ser muito pornográfica
    vez por outra é censurada.

  10. anonimo disse:

    ole,ole,ole,ole ole.olá
    balança que pesa oro
    não pode pesa metá.

  11. anonimo disse:

    Na pescaria-araújo figueiredo

    Tempo de pescaria. A praia do mar-grosso

    É uma concha de prata, à luz suave da tarde

    Que, entre sedas em fogo e áureos veludos, arde…

    E corre pela praia um bizarro alvoroço.

    Já retiradas são do amoroso balouço

    As redes dos varais, que o tempo frio encarde.

    E ali mais adiante, a lancha Deus te Guarde

    Beija as ondas que, então, formam na costa um poço.

    Deitados na alva areia, os rudes pescadores

    Contam, tranquilamente, os seus sonhos de amores,

    E olham, de quando em quando, o sinal do vigia.

    E, quando no alto morro o sinal aparece,

    Descem todos ao mar e vão colher a messe

    Que enche as mesas de paz e límpida alegria

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