Um livro chamado “As Estâncias de Dzyan” foi o livro mais procurado do mundo durante o século 20, mas nunca foi encontrado.
A russa Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), passou alguns anos entre os monges do Tibet, por volta de 1865, e ao retornar à Rússia ela relatou que durante sua estadia teve acesso a um pergaminho chamado As Estâncias de Dzyan, grafado em folhas de palma resistentes à água, ao fogo e ao ar, graças a um processo de fabricação desconhecido, escrito em forma de versos (estâncias), numa linguagem também completamente desconhecida chamada Senzar, e que contém o registro de toda a evolução da humanidade.
Claro, a primeira coisa que perguntaram foi como ela leu se estava numa linguagem desconhecida. Ela disse que não leu, mas que recebeu os ensinamentos contidos no pergaminho de um monge tibetano, de forma mística, sem também esclarecer que forma foi essa. Foi acusada de charlatanismo, farsante e etc.
De qualquer forma, a partir desse conhecimento, ela escreveu o livro A Doutrina Secreta, lançado em 1888, sobre o qual se fundou a Teosofia, culminando na criação da Sociedade Teosófica, que existe até hoje, espalhada pelo mundo todo e com sede em Londres.
O interessante é que embora a Teosofia seja vista como uma religião que visa divulgar um determinado conhecimento e que prega a fraternidade e a igualdade entre as pessoas, ela é também considerada como a maior sociedade secreta da atualidade.
Só tem um detalhe: ela é tão secreta, mas tão secreta, tão secreta que tem até página na internet.
Outro ponto curioso é que ela tem, e teve, entre seus membros muitas pessoas notáveis, entre elas uma que muitos de nós gostamos: o Fernando Pessoa.
Nem precisa ir tão longe, Carlos, você pode encontrá-lo aqui mesmo, em qualquer livraria, escrito em português, por R$ 30,00.
Só que esse é o livro escrito pela Helena Blavatski, aquele que contém os ensinamentos que ela recebeu de forma mística.
O original, aquele manuscrito em folha de palma indestrutível, escrito em linguagem desconhecida, foi procurado por arqueólogos do mundo inteiro, mas nunca foi encontrado.
Não sei como funcionam as sociedades secretas, Maringá, mas no caso das religiões acho que todas são boas como um código de conduta para uma vida decente, o que as estraga é essa movimentação absurda de dinheiro e o fanatismo.
Até onde eu sei Jesus nunca construiu uma igreja ou um templo, nem pequenininho e nem faraônico, nunca criou uma religião, nunca disse que as pessoas deveriam seguir esta ou aquela religião por ser a correta, e nunca pediu dinheiro a ninguém para divulgar seus ensinamentos.
Muito pelo contrário, ele disse que qualquer um poderia se dirigir diretamente a Deus, sem intermediário algum.
Isso mesmo Lúcia, Jesus não era cristão, Maomé não era
muçulmano e Buda não era budista, mas todos pregavam o amor e
harmonia mas seus ensinamentos foram usados em favor de interesses e conveniências, como sabemos.
lúcia. Você disse tudo. “Ele disse que qualquer um poderia se dirigir diretamente a Deus, sem intermediário algum. ” É isso que eu faço. O capitão também foi sábio em suas palavras.
As religiões, filosofias e sociedades secretas, místicas ou não, teístas ou não, são caminhos diferentes convergindo para um mesmo ponto. Tanto faz seguirmos caminhos diferentes desde que cheguemos ao objetivo.
O que me transtorna é alguém sempre tentar convencer os outros que o caminho que está seguindo é o único que chega ao objetivo.
Este é o maior motivo da maioria dos males do mundo, origem de mais de 80% de todas as guerras.
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janeiro 31st, 2017 at 0:15
Um livro chamado “As Estâncias de Dzyan” foi o livro mais procurado do mundo durante o século 20, mas nunca foi encontrado.
A russa Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), passou alguns anos entre os monges do Tibet, por volta de 1865, e ao retornar à Rússia ela relatou que durante sua estadia teve acesso a um pergaminho chamado As Estâncias de Dzyan, grafado em folhas de palma resistentes à água, ao fogo e ao ar, graças a um processo de fabricação desconhecido, escrito em forma de versos (estâncias), numa linguagem também completamente desconhecida chamada Senzar, e que contém o registro de toda a evolução da humanidade.
Claro, a primeira coisa que perguntaram foi como ela leu se estava numa linguagem desconhecida. Ela disse que não leu, mas que recebeu os ensinamentos contidos no pergaminho de um monge tibetano, de forma mística, sem também esclarecer que forma foi essa. Foi acusada de charlatanismo, farsante e etc.
De qualquer forma, a partir desse conhecimento, ela escreveu o livro A Doutrina Secreta, lançado em 1888, sobre o qual se fundou a Teosofia, culminando na criação da Sociedade Teosófica, que existe até hoje, espalhada pelo mundo todo e com sede em Londres.
O interessante é que embora a Teosofia seja vista como uma religião que visa divulgar um determinado conhecimento e que prega a fraternidade e a igualdade entre as pessoas, ela é também considerada como a maior sociedade secreta da atualidade.
Só tem um detalhe: ela é tão secreta, mas tão secreta, tão secreta que tem até página na internet.
Outro ponto curioso é que ela tem, e teve, entre seus membros muitas pessoas notáveis, entre elas uma que muitos de nós gostamos: o Fernando Pessoa.
janeiro 31st, 2017 at 9:02
Para encontrar o livro “As Estâncias de Dzyan” basta ir ao Tibet e pedir ao Monge Tibetano. Está na biblioteca deles.
janeiro 31st, 2017 at 9:14
Nem precisa ir tão longe, Carlos, você pode encontrá-lo aqui mesmo, em qualquer livraria, escrito em português, por R$ 30,00.
Só que esse é o livro escrito pela Helena Blavatski, aquele que contém os ensinamentos que ela recebeu de forma mística.
O original, aquele manuscrito em folha de palma indestrutível, escrito em linguagem desconhecida, foi procurado por arqueólogos do mundo inteiro, mas nunca foi encontrado.
janeiro 31st, 2017 at 9:29
Ótimo relato Lúcia.
janeiro 31st, 2017 at 9:36
Lucia nenhuma sociedade secreta de hoje em dia, cumpre seu papel original. Todas viraram charlatanismo, e contam como atividade fim o lucro.
janeiro 31st, 2017 at 9:59
Não sei como funcionam as sociedades secretas, Maringá, mas no caso das religiões acho que todas são boas como um código de conduta para uma vida decente, o que as estraga é essa movimentação absurda de dinheiro e o fanatismo.
Até onde eu sei Jesus nunca construiu uma igreja ou um templo, nem pequenininho e nem faraônico, nunca criou uma religião, nunca disse que as pessoas deveriam seguir esta ou aquela religião por ser a correta, e nunca pediu dinheiro a ninguém para divulgar seus ensinamentos.
Muito pelo contrário, ele disse que qualquer um poderia se dirigir diretamente a Deus, sem intermediário algum.
janeiro 31st, 2017 at 10:16
Isso mesmo Lúcia, Jesus não era cristão, Maomé não era
muçulmano e Buda não era budista, mas todos pregavam o amor e
harmonia mas seus ensinamentos foram usados em favor de interesses e conveniências, como sabemos.
janeiro 31st, 2017 at 12:11
lúcia. Você disse tudo. “Ele disse que qualquer um poderia se dirigir diretamente a Deus, sem intermediário algum. ” É isso que eu faço. O capitão também foi sábio em suas palavras.
janeiro 31st, 2017 at 12:13
Essa sociedade é tão secreta que ninguém sabe se é veradade ou mentira.
janeiro 31st, 2017 at 14:55
Pelo que acredito e a Lucia comentou, Jesus não criou uma religião e sim deu exemplo de vida para que os homens o seguissem na fé, caridade, amor.
fevereiro 1st, 2017 at 16:48
As religiões, filosofias e sociedades secretas, místicas ou não, teístas ou não, são caminhos diferentes convergindo para um mesmo ponto. Tanto faz seguirmos caminhos diferentes desde que cheguemos ao objetivo.
O que me transtorna é alguém sempre tentar convencer os outros que o caminho que está seguindo é o único que chega ao objetivo.
Este é o maior motivo da maioria dos males do mundo, origem de mais de 80% de todas as guerras.