7 de fevereiro

Largado por Zoto | largados comentaram ( 8 ) | Visualizações: 155


8 respostas para “TRIBUNA LIVRE”

  1. zag disse:

    Fiz uma pequena melhoria no site. Incluí links para compartilhar as publicações em algumas redes sociais.

  2. Máximo Ternura disse:

    Muito bem companheiro Zag.

  3. Máximo Ternura disse:

    A próxima melhoria vai ser um link para um-site-de-relationships-a-pedidos-pity-JG-marriage.

  4. Piteco disse:

    pode-ser-mais-antes-me-traz,o-CEGO-aDERALDO-com-o-sósia-do-Zaga-LuizGozaga.

  5. Piteco disse:

    C- Vamos lá, José Pretinho
    Que eu já perdi o medo
    Sou bravo como o leão
    Sou forte como o penedo
    É um dedo é um dado é um dia
    É um dia é um dado é um dedo

    P- Cego agora puxa uma
    Das tuas belas toadas
    Para ver se essas moças
    Dão algumas gargalhadas
    Quase todo o povo ri
    Só as moças estão caladas

    C- Amigo José Pretinho
    Eu não sei o que será
    De você no fim da luta
    Porque vencido já está
    – Quem a paca cara compra
    A paca cara pagará

    P- Cego, estou apertado
    Que só um pinto no ovo
    Estás cantando aprumado
    E satisfazendo ao povo
    Este seu lema da paca
    Por favor cante de novo

    C- Digo uma e digo dez
    No cantar não tenho pompa
    Presentemente não acho
    Quem o meu mapa rompa
    Paca cara pagará
    Quem a paca cara compra

    P- Cego, teu peito é de aço
    Foi bom ferreiro que fez
    Pensei que o cego não tinha
    No verso tal rapidez
    Cego, se não for massada
    Repita a paca outra vez

    C- Arre com tanta pergunta
    deste negro capivara
    Não há quem cuspa pra cima
    Que não lhe caia na cara
    – Quem a paca cara compra
    Pagará a paca cara

    P- Agora cego me ouça
    Cantarei a paca já
    Tema assim é um borrego
    No bico de um carcará
    Quem a cara cara compra
    Caca caca Cacará

    Houve um trovão de risadas
    Pelo verso do Pretinho
    O capitão Duda disse:
    Arrede, pra lá negrinho
    Vai descansar teu juízo
    O cego canta sozinho

    Ficou vaiado o Pretinho
    Aí eu lhe disse: me ouça
    José, quem canta comigo
    Pega devagar na louça
    Agora o amigo entregue
    O anel de cada moça

    Desculpe José Pretinho
    Se não cantei a seu gosto
    Negro não tem pé, tem gancho
    Não tem cara tem é rosto
    Negro na sala de branco
    Só serve pra dar desgosto

    Quando eu fiz estes versos
    Com a minha rabequinha
    Procurei o negro na sala
    Já estava na cozinha
    De volta queria entrar
    Na porta da camarinha

  6. Gato Pardo disse:

    Ih gente parece até que o,Xico Tripa voltou , ele seus cordéis.

  7. Anonimo disse:

    as últimas duas estrofes se cantadas hoje em dia o autor mesmo cego receberia uma saraivada de posts pois considerariam as mesmas como ofensivas e criminalizadas.
    Mais trova onde os atores desenvolvem a sua verve poética e de
    pensamento rápido- são provocadoras e o intuito é atingir o adversário com palavras nada lisonjeiras, esse é o objetivo
    para vencer a contenda.

  8. Anonimo disse:

    Sobrou para o pangolin, um pequeno mamífero em fase de extinção como determinando na disseminação do corona-vírus.
    Adivinha o futuro deles.

Largue aqui