16 de março

Largado por Zoto | largados comentaram ( 11 ) | Visualizações: 96


11 respostas para “TRIBUNA LIVRE”

  1. Anonimo disse:

    To atrasado, te alevanta vadio, te manda , diz M.T. angustiado pela hora.

  2. Anonimo disse:

    Zé´tinha de fazer uns trampos.
    Levantou-se cedo e se mandou deixando seu affair deitado.
    Agora já tranquilo Zé telefona…
    aí começa aquela ladainha .ah tu desliga primeiro, não tu desliga e assim continuava quando um voz interrompeu e desliga essa porra duma vez.
    ZÉ do outro lado da linha fica impaciente tem uma bicha com meu homem, não vai ficar barato, vai dar o maior arrebenta rabo.
    ZÉ SE MANDA, COMO O BOFE SABIA DO CIÚME DO ZÉ, QUANDO OESTE CHEGOU SUJEIRO E NOVO CU SUJO JÁ TINHA DADO NO PÉ.

  3. Anonimo disse:

    cOMO É QUE O DAMO FOI FAZER ISSO COMIGO, ESTOU ARRASADA.

  4. Anonimo disse:

    Zé vai pra frente da penteadeira. Estou um frangalho, é por isso que Adamastor me deixou, vou cortar meu pulso.
    Nisso Adamastor entra e dá uma abraço carinhoso no Zé que não resiste e aí como eu te amo meu homem.
    Quem esteve contigo aqui, ouvi uma voz…
    era o meu amigo do food que veio trazer um xis que eu pedi, botei na tua conta tá lamor…
    tá bom , vamos dar um amasso e se deitaram, tudo em paz com o Zé e o Damo.

  5. disse:

    GAYnonimo, Zoto e Máxima Viadagem, foram no Corona Fest que o lixo que vocês votaram organizou?

  6. Zoto disse:

    Zé diz que não tem medo de homem…

  7. Zoto disse:

  8. Gato Pardo disse:

    Ontem até o Leonardo estava com a voz embargada.
    Era a voz rouca das ruas.

  9. Anonimo disse:

    Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.

    Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.

    Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.

    A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?

    Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?

    Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não souberam explorar.

    Mais sobre:variedades

  10. Anonimo disse:

    Então a amiga da Marta é uma chata, aonde já se viu visitar
    casa ou apto. com pessoas morando dentro.
    é como quem diz: são essas que vão nos tirar daqui.
    Objetos que me façam feliz.
    Não tenho nenhum.
    Maisrevistas play boy as carradas lendo essa crônica vou ver se tenho coragem de por umas tralhas fora pois guardo tudo pareço aquela velha dos cachorros que tinha toneladas de entulho.
    TV.s com defeitos, 3, CP UNS 5, MÁQUINA DE ESCREVER 3, ATÉ UMA ELETRÔNICA.
    Gibis aos montes, esse eu tenho ciúmes,isso tudo do tempo que eu era homem com h.

  11. Anonimo disse:

    ISSO, OLHANDO AS MINHAS COSTAS, uma estante com centenas de CDs DVDs e fitas , são entulhos que provavelmente não terão mais utilidades, muitos deles selados pois eu nunca os assistira.

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