6 de maio


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5 de maio


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5 de maio

É um mito grego que narra a chegada da primeira mulher à Terra. E, com ela, todas as tragédias humanas. “Essa história chegou a nós por meio da obra Os Trabalhos e os Dias, do poeta grego Hesíodo, que viveu no século 8 a.C.”, afirma a historiadora Maria Luiza Corassin, da Universidade de São Paulo (USP).

 

De acordo com a obra, o titã Prometeu, que criou os homens comuns a partir do barro, queria dar a eles o fogo. Zeus, seu chefe, não deixou – afirmou que o fogo pertencia aos deuses, e não deveria sair do Monte Olimpo, a morada sagrada. Prometeu não quis nem saber: entregou o fogo para nós, meros mortais, e fingiu que nada tinha acontecido.

 

Zeus não gostou nada dessa história. Primeiro castigou Prometeu: amarrou-o em uma pedra, e todo dia uma águia vinha comer seu fígado, por toda a eternidade. Depois castigou os homens, que não deveriam ter aceito o presente roubado. Para isso criou Pandora, a primeira mulher.

 

Antes de enviá-la à Terra, entregou-lhe uma caixa, recomendando que ela jamais fosse aberta. Dentro dela, os deuses haviam colocado um arsenal de desgraças para o homem: a discórdia, a guerra, a inveja, a dor e todas as doenças do corpo e da mente. Lá embaixo, no fundo do pacote, ia um dom oculto: a esperança.

 

Vencida pela curiosidade, Pandora acabou abrindo a caixa, liberando todos os males no mundo – mas a fechou antes que a esperança pudesse sair. E só ela restou para nós.

 

 


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4 de maio

 

*Apenas um está mentindo.


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4 de maio

A costeleta à milanesa (cotoletta alla milanese) provavelmente surgiu na própria cidade de Milão. Os relatos mais antigos desse prato são do escritor italiano Pietro Verri que, em seu livro “Storia di Milano”, refere um documento de 1148, segundo o qual em um almoço na Basílica de Santo Ambrósio (Milão) fora servido um prato de “lombos cum panitio” (costeleta de vitela empanada).

 

 

No entanto, a difusão do bife à milanesa pelo mundo é atribuída aos austríacos: o “Wiener Schnitzel”, muito similar ao milanesa, é um prato típico da Áustria, havendo uma disputa sobre qual destas iguarias será a original.

 


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2 de maio

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1 de maio

Passado um século de sua descoberta, identidade de cabeça egípcia de 4 mil anos é desvendada pelo FBI

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Um mistério arqueológico que ficou mais de 100 anos sem resposta finalmente foi desvendado. Uma cabeça de uma múmia de 4 mil anos encontrada em 1915 por um grupo de arqueólogos dos Estados Unidos, na antiga necrópole egípcia de Deir el-Bersha, ficou armazenada durante um longo período no Museu de Belas Artes de Boston sem que seu sexo biológico pudesse ser revelado. A grande dúvida que pairava era se a cabeça pertencera ao governador Djehutynakht ou sua esposa, uma vez que havia sido achada dentro do túmulo do casal, decepada por ladrões que haviam saqueado o local para levar as joias e o ouro ali guardados.

Médicos e funcionários do Museu recuperaram o DNA extraindo um dente da múmia… É menino. Trata-se, por tanto do ex governador Djehutynakht.

Matéria publicada na revista   Isto é

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29 de abril


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27 de abril


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26 de abril


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25 de abril


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25 de abril

Quando uma pessoa sofre um desastre, é provável que ela coloque a culpa no azar. Pois a origem da palavra vem justamente daí: em latim, o termo “disastrum” é formado pelo prefixo negativo dis e pelo substantivo astrum, significando literalmente “má estrela”. Ou seja, desastres aconteceriam devido a uma conjunção astrológica ruim.

 

 

As raízes da palavra latina são ainda mais antigas, remontam ao grego δυσ, (dus- ἀστήρ (aster -“estrela”). Na Grécia Antiga, as pessoas eram fascinadas pelo céu. Os gregos acreditavam piamente na influência dos astros sobre os acontecimentos da vida cotidiana. Além do português, o termo se propagou por vários idiomas, como o italiano (disastro), inglês (disaster), espanhol (desastre) e francês (désastre). Não é de hoje que dizemos que a culpa é sempre das estrelas.

 


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24 de abril

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22 de abril

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21 de abril

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