PRESUNÇÃO
Não há no mundo outra democracia em que o condenado em 1ª instância não cumpra a pena por ‘presumida inocência’.
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Você acha que o STF portou-se bem no caso do habeas corpus preventivo do Lula?
sugestão do largado Jacomino Pires
Toffoli diz que no dia 27 próximo libera ação que restringe foro privilegiado, para julgamento.
Com a pauta de abril já definida por Carmem Lúcia o assunto só será retomado em maio, quando Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes poderão, finalmente julgar ou quem sabe, também pedirem vistas.
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O livro das lamentações
Análise:
livro serve como rascunho de um ex-presidente que virou ícone da corrupção.
Poderia ser apenas uma comédia bufa, mas os ingredientes do livro “A Verdade Vencerá” compõem o cenário de mais uma das farsas montadas pelo ex-presidente Lula na tentativa de reescrever a história de despautérios em que se transformou sua vida nos últimos anos.
IstoÉ
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Cuidado com as pessoas que dizem exatamente o que você quer ouvir!
“Você lê a entrevista do Nem da Rocinha e fica óbvio o quanto o cara parece ponderado e até, de certo modo, injustiçado. Aí você lembra que ele tá preso também por ser mandante da morte de duas mulheres queimadas vivas e aí passa. Espero.
(A lição que eu tomo daí é: cuidado com as pessoas que dizem exatamente o que você quer ouvir.)”
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Xettto
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“Por aqui, prisões sempre se deram em segunda instância. Desde o Código de Processo Penal de 1941. Por uma razão técnica. É que o recurso nas decisões em Primeira Instância, Apelação, tem efeitos Devolutivo (faz com que o assunto seja rediscutido por tribunal) e Suspensivo (a decisão não produz efeitos, até decisão do tribunal). Enquanto os recursos subsequentes, Especial e Extraordinário, contra decisão desse tribunal, apenas Devolutivo. Para que o caso chegue em Tribunais Superiores – STJ e Supremo. Que não podem rediscutir provas, por conta da Súmula 7. E sem suspensão da decisão do tribunal anterior, que deve ser executada. No caso, a prisão.”
José Paulo Cavalcanti Filho. Um dos mais respeitáveis juristas brasileiros.
Candidato de campanha rica e ostentatória é velhaco. Não merece o seu voto.
Está aberta a janela para parlamentares trocarem de siglas partidárias. Mais que janela, as gavetas dos partidos estão abertas. Os observadores dizem delicadamente que “os partidos ‘aliciam’ deputados pagando campanha”. Traduzindo do português para o português: os partidos estão comprando deputados e senadores e os deputados e senadores estão se vendendo.
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Presidente do STF não insere prisão após 2ª instância na pauta de abril e frustra expectativa de Lula.
O condenado que sempre acusou Moro de perseguição já teve parecer contrário a seus devaneios de 9 juízes de tribunais diferentes e com diferentes linhas de raciocínio. A prisão está próxima e pelo andar dos demais processos será um longo período de descanso para todos os brasileiros de bem.
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Contrário em 2018, Lindbergh Farias pediu intervenção federal no Rio de Janeiro em 2004
Coerência nunca foi um objetivo do PT., uma vez na oposição, quanto pior, melhor.
Em fevereiro de 2018, Lindbergh Farias foi ao Senado manifestar-se contra a intervenção federal implementada pelo governo Temer na segurança pública do Rio de Janeiro. Com uma histeria já habitual, disse que a medida era uma “farsa completa” que declarava “guerra aos pobres”. Conforme registrado pela Veja, o parlamentar assim se pronunciou:
“Eu estou aqui para defender minhas convicções e ter um lado. Neste lado, estou pensando no povo mais pobre do Rio, que precisa ser tratado com respeito e dignidade, e não com essa maquiagem, com essas medidas superficiais.”
Entre 2003 e 2004, deputado federal pelo mesmo Rio de Janeiro, fez pedido à PGR para intervenção no Rio:
“A crise verificada no Estado do Rio de Janeiro, provocada pela ação do crime organizado, em especial do narcotráfico nas favelas, é crítica. Inúmeros são os casos de violência perpetrados contra a população indefesa e instituições públicas”
“O Governo Federal deve intervir, utilizando-se dos meios necessários para restabelecer em definitivo a tranquilidade no estado, pois os motivos desta crise são os mesmo que têm comprometido o direito de ir e vir da população durante anos. Esta é uma questão que precisa ser resolvida com urgência, pois quanto mais se posterga o remédio, mais a situação se agrava.”
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