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UMA SEGUNDA-FEIRA POLITICAMENTE INCORRETA, OU: FLAGRANTE DESACATO
Essa ‘intimada’ de Cármen Lúcia, presidente do STF, no desembargador Thompson Flores, presidente do TRF4, pegou mal.
Discutir, debater, conversar, trocar idéias ou meras informações às vésperas do julgamento de Lula, seu padrinho de batismo, de crisma e de carreira funcional, soa aos ouvidos do Brasil inteiro, como coação, como pressão, quase como intimidação.
Cármen Lúcia tinha mais era que ficar na dela. E na casa dela. Tinha mais é que esperar para dar o bote quando o lixo fosse despejado no seu acolhedor aterro sanitário.
Mesmo que ela fale só de cinema, futebol e religião com Thompson Flores, ficará a certeza de que ela fez essa investida porque está contaminada pelo espírito do grito do populacho e não pelo espírito da lei.
Cármen Lúcia perdeu uma grande chance de ficar quieta em casa nesta segunda-feira negra, politicamente incorreta.
A sociedade sã desse país, deveria processar essa insana ministra por flagrante desacato.”
Sergio Augusto Siqueira
“A semana começa mal em Porto Alegre: Cármen Lúcia, presidente do STF faz a mais constrangedora e inoportuna visita da história de todas as instâncias ao presidente do TRF4, desembargador Thompson Flores.
O fortuito encontro se dá na antevéspera do julgamento de Lula, aquele que, em 2006 quando ‘presidiava’ o País, indicou a nobre e lúgubre cortesã para a Magna Corte.”
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Recibos de Lula são ‘ideologicamente falsos’, conclui Lava Jato
“Diante das tão clamorosas evidências da falsidade ideológica dos documentos impugnados neste incidente, ora destacadas, compreende-se porque a defesa do arguido, como é visível, tenha ido construir a fantasiosa e inverossímil versão sobre o “encontro” dos recibos em sua residência, que não convence ninguém, consoante pormenorizadamente abordado na manifestação ministerial do evento 31, à qual ora aqui se reporta, sendo, assim, pois, irretorquível que o arguido fez uso de recibos ideologicamente falsos na ação penal de que se trata, documentos que foram ardilosamente produzidos para dar falso amparo à simulada locação, que é um dos expedientes de dissimulação da real propriedade do apartamento n. 121 de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA”, afirma a força-tarefa.
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“Juízes concursados se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.”
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A juíza de Direito Ludmila Lins Grilo, da Comarca de Miraí, MG, discorre, com enorme conhecimento de causa e efeito, sobre a diferença de ser um juiz e um cortesão julgador.
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“Quem não tem passado limpo, não pode ter futuro político”
Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.
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Acabar com a prisão em segunda instância é dar ao réu condenado mais credibilidade do que dois tribunais.
Esse papo de presunção de inocência e ampla defesa, mais do que direito virou blindagem de bandidos, vejam o irrecuperável Zé Dirceu incitando a violência, pedindo baderna e promovendo a sua irresponsável e sonhada ‘revolução’ dos mortadelas.
Quem o soltou é tão pernicioso quanto ele.
Siqueira
346 MIL fraudes no Bolsa Família. Petrobras pagando BILHÕES em acordo nos EUA porque virou um engodo. O poste e a alma mais honesta esfolaram o Brasil até o osso. Por que? Porque puderam. Mais Estado por favor que tá pouco.
Ana Paula Henkel
CGU identifica 346 mil cadastros do Bolsa Família com indícios de fraude.
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▲CLIQUE
A estatal se propõe a pagar US$ 2,95 bilhões aos que compraram ações da empresa nos EUA, brasileiros pagam a conta e ninguém sai punido. Agora vai.
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O apoio à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes graves cresceu de 26%, em 2015, para 36%, em 2017, indica pesquisa DataFolha.
A aplicação da medida somente em crimes específicos é consonante com a proposta de emenda à Constituição (PEC) em discussão atualmente no Congresso.
Apesar do apoio da população, a discussão deve ter dificuldade para avançar no Congresso, por se tratar de ano de eleição legislativa, quando os parlamentares tendem a se afastar de temas polêmicos. Uma definição pode ficar só para 2019.
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‘Pôr Exército na rua é dar férias a bandidos’, diz ministro da Defesa, Raul Jungmann!
O modelo das Forças Armadas ocupando uma área, como o Complexo do Alemão ou da Maré, no Rio, está enterrado. Ao menos na atual gestão. O ministro da Defesa, afirmou que os militares continuarão a atuar “sob demanda”, usando seu grande contingente para o cerco de áreas em apoio às polícias e na área de inteligência. O modelo anterior, segundo ele, tinha como único resultado “dar férias para os bandidos”.
Balanço das missões de Garantia de Lei e Ordem (GLO) no País. CLIQUE
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“Sistema penitenciário brasileiro é o home office dos grandes criminosos”, diz ministro da Defesa.
Para Jungmann, o sistema prisional brasileiro é dominado pelas facções criminosas.
“O sistema penitenciário não está nas mãos do Estado brasileiro e sim nas mãos das grandes quadrilhas. É o home office dos grandes criminosos, que comandam de suas celas ações criminosas no país e no exterior.”
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