15 de setembro

ENVIADO POR JOSÉ CARLOS MORI
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Uma manhã parou nu em frente ao espelho para admirar o seu corpo, e notou que estava todo bronzeado, à exceção do seu pênis.

Então decidiu fazer algo. Foi à praia, despiu-se completamente e tapou-se todo de areia, menos aquilo…
Duas velhinhas vinham caminhando pela praia.
Uma delas usava um bastão para ajudar a caminhar.
Ao ver aquela coisa saindo da areia, a que tinha o bastão começou a dar voltas ao redor, observando.
Quando se deu conta do que era, disse:
– Não há justiça no mundo.
A outra anciã, que também observava com curiosidade, perguntou-lhe que se referia.
A do bastão respondeu:
– Olha isso!!!

– Aos 20 anos, dava-me curiosidade;

– Aos 30, dava-me prazer;

– Aos 40, enlouquecia-me;

– Aos 50, tinha que pedir;

– Aos 60, rezava por ele;

– Aos 70, esqueci-me que existia.

– Agora que tenho 80, crescem no solo, e eu não consigo agachar-me!
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14 de setembro

PIADA ILUSTRADA


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13 de setembro

Minerin chegou na zona e falou pro gerente:
– Hoje tô afim de um “gay”. Tem um “bão” aí?
– Aqui não temos “gays”, só mulheres, respondeu o gerente.
– Não?! Putz!! Hoje eu queria memo era um “gay” prá variá, um “trem” diferente… pago mil real.
O gerente, ganancioso, chegou pro “leão de chácara” da “zona”, que era um “negão” de 2 metros de altura, faixa-preta de karatê, judô, jiu-jitsu, tae-kendo, boxe, briga de rua, “vale- tudo”, capoeira, “pancadaria” e assalto `a “mão armada” e falou:
– Vamos tomar o dinheiro desse “mineirinho” otário. Vou dizer que você é “viado”, você entra no quarto com ele, pega o dinheiro, arranja um motivo prá confusão, dá um “pau nele” e depois “rachamos” a “grana”.
O “minerin” entrou no quarto com o negão, trancou a porta e logo começou a “pandacaria”. De fora só se ouvia barulho de cama quebrando, espelho rachando, batidas na porta, na parede, no teto…
Passaram-se 40 minutos nessa “peleja”, todo mundo na expectativa do lado de fora, quando a porta se abriu e saiu o “minerin”, “arrumano as carça” e comentando:
– Brabin ele, né? Quiria dá não…
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12 de setembro

A aeromoça oferece bebida a um gay que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião.

O gay (chique, lógico) pede uísque escocês com gelo.

– Aceita o mesmo que ele, irmã? Pergunta a aeromoça à religiosa.

A freira fica indignada:

– Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão do Pelourinho, daqueles de dois metros de altura, do que botar uma gota de álcool na boca!

O gay escuta e devolve o uísque à aeromoça dizendo:

– Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção. Também quero o negão!
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11 de setembro

Numa conhecida vinícola da serra, o degustador havia falecido e o proprietário começou a buscar alguém que fizesse o trabalho.
Um velho, jeito de antigo malandro, bêbado e mal vestido, se apresentou para solicitar o lugar.
O proprietário, que não gostou do candidato, e se perguntava: como podia livrar-se dele?
Então, na presença de outros dirigentes da empresa, mandou dar-lhe um copo de vinho para ele testar. O velho provou e disse:
– É um Moscatel de 03 (três) anos, elaborado com uvas colhidas na parte norte da região, guardado em um barril inox. É de baixa qualidade, porém, aceitável.
– Correto, disse o chefe; outro copo por favor.
– É um cabernet, safra 2008, com uvas colhidas nas encostas ao sul da região, guardado em barril de carvalho americano a 08 graus de temperatura. Ainda faltam uns 03 (três) anos para que alcance sua mais alta qualidade.
– Absolutamente correto. Um terceiro copo.
– É um espumante elaborado com uvas chardonnay, completada com 15% pinot noir, de alta qualidade e exclusivas, disse o bêbado.
O proprietário não acreditava no que estava vendo e fez um sinal com os olhos para sua secretária e pediu a ela que fizesse algo. Ela saiu da sala e regressou com um copo de urina.
O malandro provou e, calmamen te, disse:
– É de uma ruiva de 26 (vinte e seis) anos de idade, com 03 (três) meses de gravidez e se não me derem o emprego, ainda digo quem é o pai!
Após nervosismos e calafrios, dizem que está até hoje empregado…
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10 de setembro

Tarde da noite, duas freirinhas estão voltando para o convento, quando percebem que estão sendo seguidas por um tipo grandalhão e mal-encarado.
Dobram algumas esquinas para despistá-lo, mas ele continua atrás.
— E agora, irmã, o que vamos fazer? — pergunta uma, já ficando desesperada.
— Tive uma idéia: vamos virar a próxima rua e correr uma para cada lado. Quem chegar primeiro no convento pede socorro.
Assim que chegam a esquina, disparam em direções opostas. Uma delas chega ao convento e conta o ocorrido às outras irmãs.
Todas ficam apavoradas e já vão chamar a polícia quando aparece a outra freirinha, toda suada.
— Irmãs, vocês não imaginam o que aconteceu! — exclama ela, ofegante.
— O que houve? O que houve? — todas querem saber.
— Eu saí correndo e o homem veio atrás.
— E aí? E aí?
— Chegou um momento que eu virei uma rua e dei de cara com um beco sem saída. Fui tentar voltar, mas o tarado já havia chegado. Ele me olhou com uma cara de louco, rindo.

— Então eu sorri também e levantei o hábito até o pescoço.

— Ohhhh! E o que ele fez?
— Abaixou as calças até os pés.
— Meu Deus! E aí?
— Aí que mulher de saia levantada corre muito mais que homem de calça abaixada, né?
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9 de setembro

Um homem entra num restaurante e vê uma mulher muito bonita sozinha numa mesa. Ele se aproxima e pergunta:
— Estou vendo você sozinha nessa mesa. Posso me sentar e te fazer companhia?
Ao que a mulher responde bem alto:
— Trepar comigo? Você está pensando que eu sou o quê?
O rapaz ficou vermelho que nem um peru e saiu de fininho diante dos olhares gozadores de todos no restaurante.
Alguns minutos depois a mulher se levanta e vai até a mesa dele.
— Me desculpe pela forma como o tratei ainda há pouco! É que sou psicóloga e estou fazendo um trabalho sobre a reação das pessoas diante de situações inusitadas e…
— Mil reais? — interrompe ele, gritando. — Você está maluca? Nenhuma puta vale isso!
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8 de setembro

ENVIADO POR
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O papagaio judeu

Esta é a história de Meyer, um judeu nova-iorquino, viúvo solitário que, um dia, andava pela Delancey St, desejando que algo de bom acontecesse na sua vida. Naquele instante, ele passou por uma pet store e ouviu uma voz estridente de papagaio gritando em ídishe.
O pobre Meyer não podia acreditar nos seus ouvidos. Aquele papagaio falava um ídishe perfeito!
Após alguns segundos, Meyer já tinha largado quinhentos dólares no balcão e levava o papagaio na sua gaiola para casa.
Ele passou a noite toda falando com o papagaio, em iídishe.
Um dia, na manhã de Rosh Hashaná (Ano Novo), Meyer se levantou e se vestiu todo bonito para ir à sinagoga. Quando ele estava para sair, o papagaio exigiu ir junto. Meyer tentou explicar que a sinagoga não era lugar para um pássaro, que ele não podia levá-lo, mas tanto o bicho insistiu e com argumentos tão complexos, embasados nas Leis, que no final Meyer acabou levendo o pássaro no seu ombro.
Como é de se supor, foi um espetáculo na sinagoga. Todo mundo queria saber o que Meyer estava fazendo com um papagaio.
Eles não permitiram de modo algum que o bicho entrasse. Mas Meyer implorou, só dessa vez, que eles veriam como o seu papagaio podia rezar.
Até apostas foram feitas, milhares de dólares, como o papagaio jamais iria rezar em iídishe.
Em suma, armou-se uma tremenda confusão.
Todos os olhos estavam no papagaio durante os serviços. Enquanto isso, o papagaio, quieto no ombro do Meyer, não soltavaum pio. Meyer começou a ficar nervoso, primeiro falando baixinho, depois batendo no bicho para ver se ele rezava, e nada – nem um pio. Já meio desesperado, Meyer implorou:
– Por favor, meu papagaiozinho estimado, reza, reza como combinamos.
Mas nada. O papagaio sequer piava. Passaram-se todas as rezas, os serviços terminaram, e nada de o bicho sequer abrir o bico. As pessoas começaram a dizer:
– Eu acho que o teu papagaio é mudo. Inventaste esta mentira de que ele falava iídishe.

E assim, ao anoitecer, Meyer descobriu que devia para os seus amigos na sinagoga a soma de quatro mil dólares! Ele voltou para casa indignado e carrancudo, sem dizer absolutamente nada para o bicho. E eis que, depois de algumas quadras andando cabisbaixo, o papagaio começou a entoar, lindamente, uma velha canção iídishe, cantarolando alegre como se estivesse enamorado. Naquele momento, Meyer, meio que indignado, parou, olhou feio para o papagaio e explodiu:
– Explique-me o porquê. Por quê? Por que fazer isso justo comigo?

O papagaio, com um sorriso maroto, respondeu:

– Meyer, não seja um babaca, pense em como vão estar as nossas chances nas apostas de Yom Kipur! (Dia do Perdão, dez dias depois)!
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7 de setembro

Numa conhecida vinícola da serra, o degustador havia falecido e o proprietário começou a buscar alguém que fizesse o trabalho.
Um velho, jeito de antigo malandro, bêbado e mal vestido, se apresentou para solicitar o lugar.
O proprietário, que não gostou do candidato, e se perguntava: como podia livrar-se dele ?
Então, na presença de outros dirigentes da empresa, mandou dar-lhe um copo de vinho para ele testar. O velho provou e disse:
“- É um Moscatel de 03 (três) anos, elaborado com uvas colhidas na parte norte da região, guardado em um barril inox. É de baixa qualidade, porém, aceitável”.
“ -Correto”, disse o chefe; outro copo por favor.
“- É um cabernet, safra 2008, com uvas colhidas nas encostas ao sul da região, guardado em barril de carvalho americano a 08 graus de temperatura. Ainda faltam uns 03 (três) anos para que alcance sua mais alta qualidade.”
– “Absolutamente correto”. Um terceiro copo.
“- É um espumante elaborado com uvas chardonnay, completada com 15% pinot noir, de alta qualidade e exclusivas”, disse o bêbado.
O proprietário não acreditava no que estava vendo e fez um sinal com os olhos para sua secretária e pediu a ela que fizesse algo. Ela saiu da sala e regressou com um copo de urina.
O malandro provou e, calmamen te, disse:
“- É de uma ruiva de 26 (vinte e seis) anos de idade, com 03 (três) meses de gravidez e se não me derem o emprego, inda digo quem é o pai!”

Após nervosismos e calafrios, dizem que está até hoje empregado…

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6 de setembro

O Dr. Manoel, Médico Português depois da sua Primeira consulta após sua chegada ao Brasil, está sem documentos e impossibilitado de falar, além de estar com amnésia.
Segundo testemunhas que estavam no Posto de Saúde do Alto José do Pinho tudo começou por culpa do Dr. Manoel.
Segue o Relato:
Ao chegar no Posto de saúde pra trabalhar aqui no Brasil, Dr. Manoel (MÉDICO PORTUGUÊS), cuidou logo de se posicionar na sua mesa, e começou a Consultar os Pacientes.
A primeira a entrar foi uma Jovem Mulher com seu filho de cinco anos.
Dr. Manoel perguntou:
– Rapariga quem está doente, você ou este Puto?
Paciente:
– Rapariga é o cacete e meu filho não é Puto!
Dr. Manoel (admirado com a reação da Paciente):
– Pois, pois… Então vá para trás desta Bicha, apontando para Zé Tripé, um Negão de 2 metros de altura por 1 de largura, pois vou a aplicar-lhe uma Pica.
Pronto! Daí pra frente Dr. Manoel perdeu a memória.
Imagina cubano, que fala espanhol.
Obs:
Em Portugal:
Rapariga quer dizer Jovem Mulher.
Puto é Menino.
Bicha é Fila.
Pica é injeção.
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5 de setembro

O fato narrado abaixo aconteceu em um curso de Engenharia , tornando-se logo uma das “lendas” da faculdade.
Na véspera de uma prova, 4 alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar juntos no final de semana. Faltaram à prova da segunda e então resolveram dar um “jeitinho”

Voltaram a universidade na terça, sendo que a prova havia ocorrido no dia anterior.
Então,dirigiram-se ao professor:

-Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso tudo nos atrasamos, mas gostaríamos de fazer a prova!
O professor, sempre compreensivo:

– Claro, vocês podem fazer a prova hoje a tarde, após o almoço.
E assim foi feito.

Os rapazes correram para casa e racharam de tanto estudar, na medida do possível.
Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em uma sala diferente, sem qualquer meio de comunicação com o mundo externo e entregou a prova:

*Primeira pergunta, valendo 0,5 ponto:
Escreva algo sobre ‘Lei de Ohm’.

Os quatro ficaram contentes pois haviam visto algo sobre o assunto.
Pensaram que a prova seria muito fácil e que haviam conseguido se dar bem.

*Segunda e última pergunta, valendo 9,5 pontos :
Qual pneu furou?
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4 de setembro

Um analista de sistemas meio introvertido finalmente conseguiu realizar o sonho da sua vida: um cruzeiro.

Era a coisa mais doida que tinha feito até então. Estava começando a desfrutar da viagem quando um furacão virou o navio como se fosse uma caixa de fósforos…

O rapaz conseguiu agarrar-se a um salva-vidas e chegar a uma ilha aparentemente deserta e muito remota.

Deparou-se com uma cena belíssima: cachoeira, bananas, coqueiros… mas quase nada além disso.

Ele se sentiu desesperado e completamente abandonado.

Vários meses se passaram, até que um belo dia apareceu, remando, uma belíssima engenheira, daquelas de fazer parar o trânsito. A engenheira começou logo uma conversa:

– Eu sou do outro lado da ilha. Você também estava no cruzeiro?

– Estava! Mas onde conseguiu esse bote?

– Simples: eu sou engenheira e usei meus conhecimentos! Tirei alguns galhos de árvores, sangrei umas seringueiras, defumei até virar borracha, reforcei os galhos e fiz a quilha e os remos com madeira de eucalipto.

– Mas… Com que ferramentas?

– Bom, achei uma camada de material rochoso, evidentemente formado por aluviões. Descobri que esquentando esse material a certa temperatura, ele assumia uma forma muito maleável. Mas, chega disso! Onde você tem vivido esse tempo todo? Não vejo nada parecido com um teto…

– Para ser franco, eu tenho dormido na praia…

– Gostaria de ver a minha casa?

O analista de sistemas aceitou, meio sem jeito.

A engenheira remou com extrema destreza ao redor da ilha.

Quando chegou no ‘seu’ lado, amarrou a canoa com uma corda que mais parecia uma obra-prima de artesanato. Os dois caminharam por uma passarela de pedras e madeira construída pela engenheira e se depararam, atrás de um coqueiro, com um lindo chalé construído sobre palafitas, pintado de azul e branco.

– Não é muito, disse ela, mas eu o chamo de ‘meu lar’.

Já dentro, ela procurou deixá-lo à vontade:

– Sente-se, por favor! Aceita um drinque?

– Não, obrigado! Não aguento mais água de coco!

– Mas não é água de coco! Eu tenho um alambique meio rudimentar lá fora, de forma que podemos tomar Piñas coladas autênticas!

Tentando esconder a surpresa, o analista de sistemas aceitou. Sentaram no sofá dela para conversar.

Depois de contarem suas histórias, a engenheira perguntou:

– Você sempre teve barba?

– Não. Toda a vida eu andei bem barbeado.

– Bom, se quiser se barbear, tem uma navalha lá em cima, no armarinho do banheiro.

O homem já não perguntava mais nada.

Subiu uma escada em caracol e foi em cima, no banheiro, e fez a barba com um complicado aparelho feito de osso e conchas, tão afiado quanto uma navalha.

A seguir, tomou um bom banho, sem nem querer arriscar palpites sobre como ela tinha água quente no banheiro.

Desceu sem poder deixar de se maravilhar com o acabamento do corrimão.

– Você ficou ótimo! Vou lá em cima também me trocar por algo mais confortável.

Nosso herói continuou bebericando sua piña colada.

Em instantes a engenheira estava de volta, exalando um delicioso perfume de gardênias e vestindo um estonteante e revelador robe, muito bem trabalhado em folhas de palmeira.

– Bom, disse ela, ambos temos passado um longo tempo sem qualquer companhia…

Você não tem se sentido solitário? Há alguma coisa de que você sente muita saudade? Que lhe faz muita falta e da qual todos os homens e mulheres precisam?

– Mas é claro, disse ele esquecendo um pouco a sua timidez. Tem uma coisa que venho querendo todo esse tempo. Até sonho com isso à noite. Mas… Aqui nesta ilha… Sabe como é… Seria simplesmente impossível.

– Bom, ela disse com um sorriso maroto, já não é mais impossível, se é que você me entende!

O rapaz, tomado de uma excitação incontrolável, disse, quase sem fôlego:

– Não acredito! Você não está querendo dizer que…

Você bolou um jeito de acessar a internet aqui na ilha?
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3 de setembro

O sujeito está no motel com a amante, fumando seu cigarrinho depois da transa, quando ela pede:
– Puxa, Paulão, porque você não corta essa barba?
– Você sabe que minha mulher adora essa barba, se eu cortar ela me mata.
– Mas eu prefiro você sem a barba. Faz isso por mim, vai.
Ele argumenta que não pode, mas ela insiste tanto que ele acaba cedendo. Depois do motel passa no barbeiro, corta a barba, em seguida vai num jantar de negócios e quando chega em casa a mulher já está dormindo.
Mal ele se deita, sente a mão dela afagando seu rosto e sua voz sonolenta murmurar:
– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora… meu marido já vai chegar…
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2 de setembro

O caipira subiu em um táxi no Rio de Janeiro, uma reluzente Mercedes, e foi logo perguntando:
– Moço, pra que serve aquela estrelinha ali na ponta?
E o carioca, gozador:
– Aquilo ali é uma mira! Quando eu quero atropelar uma pessoa, eu miro na estrelinha e pumba!
Ao perceber o olhar assustado do caipira, o carioca continuou:
– Quer ver só? Tá vendo aquela mulher ali…
E acelerou o carro em direção da mulher, só que na hora H ele desviou…
Bumba!
– Ué? Que barulho foi esse? – perguntou o motorista.
– Ora, se eu não abro a porta o senhor ia errar a mulher!
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1 de setembro

ENVIADO POR VALMIR
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O senhor Manuel estava em Tóquio onde comprou um par de óculos cheios de tecnologia que mostrava todas as mulheres peladas.

Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres peladas. Ele se encanta.
Põe os óculos…. Peladas!
Tira os óculos… Vestidas!
Que maravilha! Ai Jesus!
E assim foi Manoel para Portugal, louco para mostrar a novidade para a mulher (Maria).

No avião, se sente o máximo vendo as aeromoças todas peladas.
Quando chega a casa, já coloca os óculos para pegar Maria pelada.
Abre a porta e vê Maria e o Compadre no sofá, pelados.
Tira os óculos… Pelados!

Põe os óculos… Pelados!
Tira… Pelados!
Põe….. Pelados!
E Manuel diz:
– Puta que pariu! Essa merda já quebrou!
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