Duas semanas depois do casamento da filha única, aquele empresário bem sucedido chama o genro, um petista de carteirinha e camiseta, para uma conversa reservada:
– Adoro minha filha, e é pela felicidade dela que você está agora nesta família.
Para te mostrar meu afeto e demonstrar que você faz realmente parte da família, eu vou dividir meus negócios com você: te dou 50% de tudo, e o que você tem que fazer é vir todos os dias na fábrica e seguir o treinamento.
O genro faz uma cara de sindicalista contrariado e interrompe:
– Odeio o trabalho de fábrica. Aliás, odeio o barulho das máquinas.
– Hmmmm, sei… – responde o sogro – Bom, vou te mandar para o administrativo.
Basta fazer um curso de contabilidade.
– Odeio trabalhar num escritório – diz o genro – Ficar sentado o dia inteiro numa sala fechada não é comigo!
– Hei! – exclama o sogro – Acabo de te dar 50% de todo o meu patrimônio mas você não gosta de trabalhar na fábrica nem no escritório… O que eu faço com você?
– Fácil – retruca o militante- Compra minha parte!
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Um ateu estava pescando tranqüilamente no lago Ness quando, de repente, o barco foi atacado pelo monstro. Com uma cabeçada, o bicho jogou o barco e o pescador para alto. Então, escancarou a boca para devorar o homem. O ateu, desesperado, começou a gritar:
– Deus me ajude! Deus me ajude!
De repente, a cena se congelou. O céu ficou completamente vermelho e uma voz trovejante soou:
– Por que me pedes socorro, ateu? Eu pensava que tu não acreditavas em Mim!
– Ah, Senhor, dá um tempo!! Eu também não acreditava no monstro do lago Ness…
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ESPOSA: Se eu morresse tu casavas outra vez?
MARIDO: Claro que não!
ESPOSA: Não?! Não porque?! Não gostas de estar casado?
MARIDO: Claro que gosto!!!
ESPOSA: Então porque é que não casavas de novo?
MARIDO: Esta bem casava…
ESPOSA (com um olhar magoado): Casavas?
MARIDO: Então?…
ESPOSA: E dormias com ela na nossa cama?
MARIDO: Onde é que tu querias que nós dormíssemos?
ESPOSA: E substituías as minhas fotografias por fotografias dela?
MARIDO: É natural que sim…
ESPOSA: E ela ia usar o meu carro?
MARIDO: Não. Ela não dirige…
ESPOSA: (silêncio)
MARIDO: (Merda… Merda… Merda!!!)
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Helmut e Gerda estão dormindo. Gerda acorda e pede a Helmut:
– Helmut, meu querrida, fecha o janela.
Helmut se levanta e fecha a janela. Pouco depois, Gerda fala:
– Helmut, meu querrida, fecha o porta.
Helmut se levanta já mal humorado e vai fechar a porta. Mais uns instantes e ela fala:
– Helmut, meu querrida, me traz uma copo d’água gelado.
Já impaciente e querendo voltar a dormir Helmut diz:
– Ó Gerda, por que non vais tomarr no cuzinha?
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A mulher está com o amante na cama quando o marido mete a chave à porta.
– Depressa, Fernando, sai pela janela que é rés-do-chão.
– Assim despido? Está a chover e ainda apanho uma pneumonia!
– Salta já que ele está quase a chegar ao quarto e mata-nos…
O amante salta e, na rua, encontra um casal a fazer footing. Junta-se a eles correndo.
O homem pergunta:
– Você faz sempre footing assim despido?
– É verdade. Não suporto a roupa quando faço desporto.
– E usa sempre preservativo?!
– Não, não!!! Só quando chove…
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Um vendedor de cosméticos e perfumes, há muito tempo no passado, perambulando pelo sul de Mina Gerais tentando vender seus produtos, no tempo em que o telegrama era a forma mais rápida de se comunicar.
Um belo dia, recebeu um comunicado do seu gerente, no qual estava escrito:
“PORRA”.
No dia seguinte o vendedor respondeu, com outro telegrama:
“FODA-SE”.
Retornando ao escritório central, foi logo chamado pelo gerente que lhe disse:
– Você não tinha o direito de me responder do jeito que o fez! Que falta de respeito!
Não sabe que estamos em contenção de despesas e o meu telegrama era simplificado?
“PORRA” é: “Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado!”
O vendedor argumentou:
– Uai sô, sei de tudo isso e foi exatamente purissu que lhe respondi “FODA-SE”.
“Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue” (FODA-SE)
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Duas senhoras idosas estavam tomando o café da manhã num restaurante.
Ethel notou alguma coisa engraçada na orelha de Mabel e disse:
– Mabel, você sabe que está com um supositório na sua orelha esquerda???
Mabel respondeu:
– Heim?? Fala mais alto que não estou escutando bem!
– VOCÊ ESTÁ COM UM SUPOSITÓRIO ENFIADO NA ORELHA!!
– Eu tenho um supositório na minha orelha??
Ela o puxou, olhou para ele e então disse:
– Ethel, estou feliz que você tenha visto… Agora acho que sei onde encontrar meu aparelho auditivo…
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Os dois compadres de uma cidadezinha do interior encontram-se para uma pescaria.
– Então cumpade, tá animado? – pergunta o primeiro.
– Eu tô, home! Ô cumpade, pro mode quê tá levano essas duas sacola?
– É que tô levano uma pingazinha, cumpade.
– Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!
– Cumpade, é que pode aparecê uma cobra e picá a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.
– Bão!!!…. e na outra sacola, o qué qui tá levano?
– É a cobra, cumpade. Pode num tê lá, né?
O pai chamou o namorado da filha pra uma conversa séria:
– Então, quais os seus planos?
E o rapaz:
– Sou estudante de teologia.
– Legal… Mas o que fará para proporcionar um bom lar á minha filha?
– Vou estudar e Deus proverá!
– E como vai criar seus filhos?
– Deus proverá.
Os dois saíram do gabinete e a mãe perguntou ao marido:
– Como foi?
– Ele não tem dinheiro nem perspectiva de emprego. Mas, por outro lado, pensa que sou Deus!
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Num certo dia o cavalo torceu a perna e não andava. O Fazendeiro, dono do cavalo, chamou o veterinário.
O tal veterinário, examinou apalpou, passou uma pomada e sentenciou:
– Se ele amanhã não levantar terá que ser sacrificado!
O porco, grande ammigo do cavalo, escutou e correu a avisar o cavalo:
– Amigão! Levanta véi, senão vão te matar amanhã.
O cavalo, mais que rapidamente levantou!
O Fazendeiro bem cedinho viu seu cavalo em pé e ficou tão contente que resolveu comemorar:
– Vamos fazer uma festança, chamem todo mundo da fazenda que vamos assar o porco para comemorar.
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O cara chegou no bar e gritou:
– Me vê uma pinga aí!
O balconista encheu o copo e advertiu:
– Aqui, todo mundo que toma pinga joga um pouco no chão e oferece pro santo!
O freguês deu uma banana com o braço.
– Pro santo eu dou uma banana!
No mesmo instante, o braço do cara endureceu de tal forma que não se mexia.
– O que aconteceu? – gritou o homem, desesperado.
– O senhor ofendeu o santo e ele o castigou. Mas como é a primeira vez que o senhor
vem ao bar, vou resolver isso.
O balconista chamou todos os fregueses e pediu que rezassem. O braço do sujeito
foi voltando ao normal.
Um velhinho viu tudo e ficou impressionado. Foi ao balconista e pediu uma pinga.
Tomou tudo de uma vez. O balconista perguntou:
– E pro santo?
O velhinho abaixou as calças e tirou o danado pra fora:
– Aqui pro santo, ó!
O danado endureceu na hora.
O velhinho sacou uma arma e gritou:
– Se alguém rezar aqui, eu mato!
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Um paulista deixou as ruas chuvosas de São Paulo para umas férias no Rio de Janeiro.
Sua esposa estava viajando a negócios e estava planejando encontrá-lo no dia seguinte.
Quando chegou ao hotel resolveu mandar uma mensagem para o celular de sua mulher, mas como não inseriu o DDD acabou enviando para um celular local que pertencia a uma senhora cujo marido havia morrido na semana anterior.
Quando leu a mensagem a senhora deu um grito de profundo horror e caiu dura no chão.
Ao ouvir o grito, sua família correu para o quarto, mas já era tarde, ela estava morta. Em suas mãos o celular onde se podia ler a mensagem:
“Querida, acabei de chegar. Foi uma longa viagem. Apesar de só estar aqui há poucas horas, já estou gostando muito. Falei aqui com o pessoal e está tudo preparado para sua chegada amanhã. Tenho certeza que você também vai gostar. Beijos do seu eterno e amoroso marido”.
“PS: Está fazendo um calor infernal aqui!!!”
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Uma mulher idosa contrata um pintor para pintar seu retrato. Ela pede:
– Por favor, eu gostaria que o senhor acrescentasse no retrato um par de brincos suntuosos com rubis e diamantes, um colar de diamantes e safiras, uma pulseira com rubis enormes e muitos anéis com pedras preciosas.
– Mas a senhora tem essas jóias?
– Não. Mas se eu morrer antes de meu marido ele vai querer casar de novo e eu estou curtindo a idéia da nova mulher dele revirar a casa de cabeça para baixo para encontrar essas jóias!
O fazendeiro estava pagando quinhentos reais pra quem conseguisse pegar a onça que tava comendo os bezerros da fazenda.
Apresentou-se o Cumpadi e foi se oferecendo pro serviço.
Magrinho, sandália japonesa, chapéu de palha, lá foi ele fazenda a dentro.
Certa hora deu de cara com a pintada. Danou-se a correr, e a onça atrás.
O fazendeiro, sentado na varanda, quando o Cumpadi chegou correndo e perseguido pelo felino.
Por sorte, na hora que a onça deu o bote, tropeçou na sandália e caiu.
A onça voou por cima e caiu no terreiro, bem em frente a porta do fazendeiro.
Cumpadi, grande caçador de onça, saiu em disparada gritando pro fazendeiro:
– Segura essa aí, que eu vou buscar outra!
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O avô observa o neto brincando no quintal e vai perguntar o que é que ele está fazendo.
O neto diz:
– Enfiando as minhocas de volta para a toca delas…
– E como é que você consegue, meu neto, o bicho é todo molenguento?…
– É segredo, vô!
– Te dou dez reais para você me ensinar a fazer isso.
– Bem, eu passo cola de madeira, espero secar esticando a minhoca… aí é só colocar no buraco.
– Toma os dez reais.
No dia seguinte o avô chega para o neto, tira dez reais do bolso e dá na mão do neto.
– Tá ficando esquecido, vô? O senhor já me deu os 10 reais.
– Eu sei. Esses 10 foi a tua avó que mandou…
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