11 de agosto

Após uma longa viagem pela África, o sujeito desabafa com um amigo:
– Puxa, cara, tô mal, tô destruído!
– Mas o que foi? Você acabou de voltar de férias e já está com essa cara tão triste.
– Mas é que aconteceu uma coisa muito chata lá, né… Imagina que eu tava lavando o rosto na beira do rio quando apareceu um gorila enorme por
trás de mim. Ele me agarrou, me apertou … e me comeu!
– Nossa! Puxa… que chato… Mas quer saber? Esquece isso, ninguém precisa saber… Eu não vou contar para ninguém, e nem o gorila. Gorila não fala.
– Pois é, aí é que está. Gorila não fala, não escreve, não telefona, não manda notícias… eu não aguento mais!

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10 de agosto

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Contam que certa vez um casal pediu para consultar, juntos, o analista de Bagé. Ele, a princípio, não achou muito ortodoxo.

— Quem gosta de aglomeramento é mosca em bicheira… Mas acabou concordando.

— Se abanquem, se abanquem no más. Mas que parelha buenacha, tchê! . Qual é o causo?

— Bem — disse o home — é que nós tivemos um desentendimento…

— Mas tu também é um bagual. Tu não sabe que em mulher e cavalo novo não se mete a espora?

— Eu não meti a espora. Não é, meu bem?

— Não fala comigo!

— Mas essa aí tá mais nervosa que gato em dia de faxina.

— Ela tem um problema de carência afetiva…

— Eu não sou de muita frescura. Lá de onde eu venho, carência afetiva é falta de homem.

— Nós estamos justamente atravessando uma crise de relacionamento porque ela tem procurado experiências extraconjugais e…

— Epa. Opa. Quer dizer que a negra velha é que nem luva de maquinista? Tão folgada que qualquer um bota a mão?

— Nós somos pessoas modernas. Ela está tentando encontrar o verdadeiro eu, entende?

— Ela tá procurando o verdadeiro tu nos outros?

— O verdadeiro eu, não. O verdadeiro eu dela.

— Mas isto tá ficando mais enrolado que lingüiça de venda. Te deita no pelego.

— Eu?

— Ela. Tu espera na salinha.


Texto extraído do livro “O gigolô das palavras”, L&PM Editores – Porto Alegre, 1982, pág. 78.

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9 de agosto

Um gaúcho e um mineiro conversando. Diz o mineiro:
– Estou preocupado. Amanhã vou fazer uma cirurgia de hemorróida.
E o gaúcho:
– Bah guri!!! Cirugia de hemorróida aqui é chamada de queima de arquivo.

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8 de agosto

Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitio lá em BH:
– Essa terra dá mandioca?
– Não, senhora – responde o sitiante.
– Dá batata?
– Também não, senhora!
– Dá feijão?
– Nunca deu!
– Arroz?
– De jeito nenhum!
– Milho?
– Nem brincando!
– Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
– Ah! Se plantar é diferente…

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7 de agosto

Um agricultor, cansado de lhe roubarem as melancias do quintal durante a noite, coloca uma placa:
– Tem uma melancia que está envenenada!
No dia seguinte, ao acordar, o agricultor vai contar as melancias e vê que não faltava nenhuma.
Ele ficou todo feliz, e só depois percebeu uma outra placa que foi colocada à noite, dizendo:
– Agora tem duas!

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6 de agosto

Um grupo de amigos resolveu ir acampar, mas ninguém queria dividir a barraca com Jorge, pois ele roncava demais.
Eles decidiram que não era justo que só um deles dormisse ao lado de Jorge todas as noites, e resolveram que iriam revezar.
Na primeira manhã, o moço que dividiu a barraca chegou com olheiras, descabelado, com aparência péssima. e disse:
-O Jorge roncou demais, eu passei a noite inteira acordado, olhando pra ele.
Na noite seguinte, foi a mesma coisa com o outro.Chegou de manhã com cabelo todo em pé, olhos inchados:
-O Jorge ronca tanto que até chacoalhava a barraca. Fiquei olhando pra ele a noite inteira.
Na terceira noite foi a vez de Pedro. Um homem forte, musculoso. Na manhã seguinte, ele veio para o café da manhã com uma expressão ótima, e com excelente bom humor.
– Bom dia”, disse ele.
Todos perguntaram:
– E o ronco do Jorge?
– Bem, antes de dormir, fui até a cama dele, dei-lhe uma alisadinha na bunda e um beijo de boa noite. Aí quem não dormiu foi ele, eu dormi a noite toda na maior paz.

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5 de agosto

Próximos a um lago de água geladíssima estava um brasileiro, um americano e um francês.
Na outra margem, dois amigos conversavam:
– Eu te dou 100 pratas se você conseguir fazer com que aquelas três pessoas pulem nessa água gelada.
O outro, sem perder tempo, foi logo falar com os três turistas.
Após algum tempo os três pularam na água.
Aí o outro perguntou:
– Tudo bem, eu te pago os 100, mas me conta, como você fez pra eles pularem?
– Fácil! Para o americano eu disse que era lei, para o francês que era moda e para o brasileiro eu disse que era proibido!

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4 de agosto

Eu fui a uma loja, outro dia. Eu estive lá somente por cinco minutos e quando eu saí vi um guarda, com sua motocicleta, preenchendo uma multa.
Fui até ele e falei:
– Peraí, amigão, não faz isso, dá uma chance…
Ele me ignorou e continuou escrevendo a multa…
Então eu o chamei de nazista.
Ele me olhou, e sem dizer nada, deu uma olhada em um dos pneus e começou a fazer outra multa.
Então eu o chamei de idiota.
Ele começou a escrever uma terceira multa.
Quanto mais eu o xingava, mais multas ele preenchia…
Depois de uns vinte minutos desisti e fui pegar meu carro, que estava estacionado mais à frente, virando a esquina.
O importante mesmo é ter um pouco de diversão todos os dias…

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3 de agosto

O sujeito morre e vai para o inferno.
Ao vê-lo com ar entristecido, o diabo tenta lhe mostrar as coisas boas do inferno:
– Às segundas-feiras, nós fazemos aqui o dia da bebida… uísque, vinhos, cerveja…
– Eu não bebo!
– Que pena! – diz o diabo. – Às terças é o dia do cigarro… Temos as melhores marcas…
– Eu não fumo!
– Às quartas é dia de jogo! Temos tudo: pôquer, cavalos…
– Eu não jogo!
– Às quintas é o dia da droga! Maconha, cocaína, heroína…
– Desculpe, mas não uso drogas.
– Escuta, você é gay? – pergunta o diabo, estarrecido com tantas negativas.
– Não!
– Ih! Então você também vai odiar as sextas-feiras!

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2 de agosto

O português, que trabalhava como caminhoneiro na Suíça, um dia teve que fazer uma entrega numa cidadezinha nas montanhas…
Um habitante da vizinhança viu aquele caminhão enorme subindo a serra de ré, naquelas ruazinhas tortuozas.
– O que o Sr. está pensando? Subir de ré aqui é loucura! – grita o suíço.
– É que me informaram que lá em cima é impossível virar o caminhão, responde o português e continua o seu caminho.
O suíço olhou com uma cara indignada, mas achou que era uma idéia aceitável.
Uma hora depois, o mesmo habitante vê o mesmo caminhão, dessa vez, descendo de ré.
– Meus Deus! O que o senhor está fazendo agora? Descendo de ré!
– Pois é! Eles tinham se enganado, dava para virar o caminhão, sim!

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1 de agosto

Cumpadi foi em uma concessionária e logo o vendedor foi dizendo:
– Boa tarde! Posso ajudar o senhor? Gostou de algum veículo?
– Boa tarde. Gostei sim dessa Hilux.
– Bom, estamos com uma mega promoção. Você levando esta Hilux pagamos as 3 primeira parcelas.
– Sério?
– Sério.
– Vou levar então.
– Em quantas parcelas?
– Três!

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31 de julho

Uma dessas manhãs, o marido acorda, vira-se para a mulher, dá um beliscão na bunda dela e diz:
– Se você fizesse exercício para firmar essa bundinha, poderíamos nos livrar dessas calcinhas.
A mulher se controlou e achou que o silêncio seria a melhor resposta.
No outro dia o marido acorda, da um beliscão nos seios da mulher e diz:
– Se você conseguisse firmar essas seios poderíamos nos livrar desse sutiã.
Aquilo foi o limite, e o silêncio definitivamente não seria uma resposta.
Então ela se virou, agarrou no pênis do marido e disse:
– Se você conseguisse firmar esse bilau, poderíamos nos livrar do carteiro, do jardineiro, do personal trainner, do meu chefe e até do seu irmão.

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30 de julho

Duas loiras conversando:
– Amiga, você sabia que as caixas-pretas dos aviões… são laranjas?
A outra:
– O quê??? Não são caixas?

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29 de julho

O chefe pergunta para o empregado:
– Você acredita em vida depois da morte?
O empregado responde:
– É claro que não, chefe. Não existem provas disso, pois nunca alguém voltou para provar que está do outro lado.
E o chefe diz:
– Pois é, mas você está muito enganado! Ontem, depois que você saiu mais cedo para o funeral do seu tio, ele veio aqui te procurar.

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28 de julho

Aquele chefe super chato, detestado por todos, atende o telefone e conversa com a sua mulher.
Em seguida se levanta e com aquela pose arrogante anuncia para todos:
– Que maravilha! Minha mulher está grávida!
Lá do fundo do escritório uma voz se faz ouvir:
– E o senhor desconfia de alguém?

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