21 de janeiro

O paciente está na capital para o exame periódico
de saúde.
– Você bebe? – pergunta o médico.
– Dois ou três copos de vinho pela manhã, um
uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Só isso? Com a sua idade e a sua saúde, era pra ser
duas ou três vezes por semana.
– Sabe como é, doutor! Se eu fosse bispo na capital
até que dava, né? Mas numa diocese pequena, no
interior…
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20 de janeiro

Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
– Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
– Escuta aqui, porque o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
– Ah, responde o candidato, pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto como poetas, escritores, filósofos, etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
– Senhor postulante, aspirante ou candidato. (hic). O fato, circunstância ou razão de que me encontre em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo. (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o senhor merece… (hic), pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando… (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos… (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir-se diretinho à sua genitora, mãe biológica ou puta que o pariu.

***


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18 de janeiro

Um dia, no jardim zoológico, observaram que a gorila entrou numas de ficar triste pelos cantos e não queria mais se alimentar, estava ficando fraca, doente, até que chamaram um veterinário.

— O problema dela é depressão, disse o Dr. – Ela precisa ter relações sexuais.

— Mas Dr, nós não temos um gorila macho, e trazer um de outro zoológico para cá, na situação que estamos é praticamente impossível!

Nisso, um funcionário que acompanhava a conversa falou:

— Eu acho que tenho a solução! Tenho um vizinho português, muito peludo, quem sabe a gente convence ele a transar com a gorila…. E assim, entraram em contato com o gajo. Este de início recusou:

— De jeito nenhum, o pá! Isso é pecado! A Maria me abandona se souber…

— Mas, Seu Manoel… é por R$500,00…

— Vou pensaire….

Dois dias depois o portugues foi ao zoológico:

— Está baim. Eu concordo, mas com três condições: a primeira é que não pode havere beijo.

— Sem dúvida, a gorila não beija, pode ficar sossegado.

— A segunda é que não pode havere foto! se a Maria descobre….

— Tudo bem! Sem fotos! E qual a terceira?

— Os R$500,00!

— O que é que tem?

— Eu posso pagaire em duas vezes??????

*


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17 de janeiro

Um jovem mancebo alistou-se no exército e optou pela tropa de pára- quedistas. Fez o treinamento básico, fez os saltos de treinamento partindo de plataformas cada vez mais altas e, finalmente, foi fazer seu salto de um avião.

No dia seguinte, telefonou para o pai, para dar as notícias:

— E aí, você pulou? – pergunta o pai.

— Bom, deixa-me explicar o que aconteceu. Subimos no avião e o sargento abriu a porta e pediu voluntários. Aí uns doze colegas se levantaram e pularam da porta aberta do avião.

— Foi aí que você pulou? – pergunta o pai.

— Bem, ainda não, ficaram uns. Aí o sargento começou a agarrá-los, um por vez, e a jogá-los pela porta aberta.

— Então, aí você pulou? – pergunta o pai.

— Estou chegando lá. Todo mundo tinha pulado, e eu era o último soldado que restava no avião. Eu disse ao sargento que eu tinha muito medo de pular. Aí ele me disse que se eu não pulasse do avião ele me chutaria o rabo.

— Aí você pulou.

— Ainda não. Ele tentou me empurrar pela porta, mas eu segurei firme nela e não deixei ele me empurrar. Aí ele chamou o sargento instrutor. O sargento instrutor é um armário tamanho 4 X 4, e pesa 150 quilos. Ele me perguntou:

— Rapaz, você vai pular, ou não?

E eu respondi que não pularia porque tinha muito medo. Nisso, o sargento instrutor abaixou o zíper da calça e puxou o seu negócio para fora.

— Pai, juro que a coisa devia ter uns 30 cm de comprimento e era da grossura do meu punho…

Então ele disse:

— Rapaz, ou você pula deste avião agora ou eu vou ser obrigado a usar esse “negocinho” em você…

— E aí você pulou? – perguntou o pai.

— Bem pai, no começo eu pulei um pouquinho…

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14 de janeiro

Certa tarde, uma bem sucedida advogada estava sendo conduzida em sua limusine para seu sítio quando observou dois homens maltrapilhos comendo grama ao lado da estrada.
Ela ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
– Por que vocês estão comendo grama?
– Porque nós não temos dinheiro para comprar comida respondeu um dos homens.
– Bem, você pode vir comigo para o sítio – disse a advogada.
– Senhora, eu tenho uma esposa e três filhos aqui.
– Traga-os também – replicou a advogada.
– E quanto ao meu amigo?
A advogada virou-se para o outro homem e disse:
– Você pode vir também.
– Mas, senhora, eu também tenho esposa e seis filhos – disse o segundo homem.
– Eles podem nos acompanhar também – disse a advogada enquanto se dirigia de volta à limusine.
Todos se acomodaram como puderam na limusine e, quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
– A senhora é muito gentil. Obrigado por levar a gente com a senhora.
A advogada respondeu:
– De nada. Vocês vão adorar meu sítio. A grama está com quase um metro de altura.

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11 de janeiro

Duas tartarugas decidiram acampar em um lugar, as duas tartarugas já estavam decididas. O único problema era que para chegar naquele lugar, demoraria 70 anos para ir e 70 anos para voltar. Elas levaram tudo que era preciso para acampar. Chegando no local uma fala para a outra:
– Eu não acredito! Esquecemos a toalha!
– Eu que não irei voltar.
– Muito menos eu!
As duas decidiram quem iria, e chegaram a um acordo.
– Está bem, está bem! Eu irei, apenas se você me esperar voltar para comer!
Elas concordaram e a tartaruga foi. Passaram 120 anos e nada. A tartaruga estava com muita fome, 130 anos e a tartaruga estava ficando com mais pressa. E disse que não aguentava mais. Completaram 140 anos e ela disse:
– Não vou esperar mais! Vou comer agora…
Pegou a comida, quando ela iria comer, a outra tartaruga aparece por trás dela e diz:
– Está vendo se eu fosse?
*

 


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10 de janeiro

Um médico chinês, sem conseguir encontrar emprego em hospitais no Brasil,  abre uma clínica particular  e coloca uma placa com os dizeres:

“Tenha tratamento por R$ 20. Se não ficar curado, devolvo R$ 100.”

Um advogado vê a placa, pensa que é uma grande oportunidade de ganhar R$ 100 e entra na clínica.

Advogado: “Eu perdi o meu paladar, não sinto gosto de nada.”

Chinês: “Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.”

Advogado: “Credo, isso é querosene!”

Chinês: “Muito bom,  seu paladar foi recuperado. Me deve R$ 20.”

O advogado irritado volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro.

Advogado: “Eu perdi minha memória não me lembro de nada.”.

Chinês: “Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.”

Advogado: “Mas aquilo é o querosene… De novo?  Você me deu isso da última vez para restaurar o meu paladar.”

Chinês: “Parabéns, você recuperou sua memória. Me dê R$ 20.”

O advogado já fumegante paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os R$ 100.

Advogado: “Minha visão está muito fraca e eu não consigo ver nada.”

Chinês: “Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome este R$ 100.”

Advogado: “Mas isso aqui é uma nota de R$ 20!”

Chinês: “Parabéns, sua visão foi restaurada. Me dê R$ 40.”

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9 de janeiro

A loira chega na autoescola vestida de goleira.

O instrutor, curioso, pergunta: – Por que você está vestida assim?

A loira responde: – Fiquei sabendo que o Palio esta ocupado.

– Mas o que isso tem a ver com a roupa de goleiro?

– Você não disse que quando o Palio estivesse ocupado você iria me treinar no Gol ?… Então, estou pronta.

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8 de janeiro

Anônimo embarca em um ônibus interestadual e após alguns minutos de viagem o sujeito ao seu lado cutuca o seu ombro e pergunta:
– Aqui é a Rod Marechal Rondon?
E o bem humorado Anônimo responde:
– Não, aqui é o meu ombro. A Rodovia Marechal Rondon é ali fora, depois da janela!
Não satisfeito o companheiro de viagem do Anônimo pergunta
– Esse ônibus vai para a praia?
Anônimo, prontamnte responde:
– Se você encontrar um biquíni que sirva nele…
A mulher do Anônimo, que viajava na fileira da frente pois já esta acostumada com a rabujice, começa com um mal-estar, e gemendo pede socorro ao marido:
— Anônimo, querido, tá me dando uma coisa aqui…
— Então receba.
— Mas Anônimo, é uma coisa ruim…
— Então devolva!

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7 de janeiro

Num asilo de velhos, um ancião se dirigiu a uma colega:

— Não podemos ter sexo, eu sei. Mas gostaria de ter alguém para segurar o meu pênis, não creio que isso faça mal.

A coleguinha concordou e durante dois meses se encontravam para tomar sol no terraço, ele tirava o dito cujo e ela pegava.

Um belo dia ele desapareceu. Ela procurou por toda parte no asilo e foi finalmente encontrá-lo no quintal, sentado ao lado de outra velhinha, que segurava o seu membro viril. A antiga companheira ficou indignada:

— Durante dois meses eu segurei seu pênis sem problema, e agora você me deixa por uma outra. O que ela tem que eu não tenho?

O velhinho retrucou:

— Mãos trêmulas!

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6 de janeiro

Joãozinho pergunta para a mãe:

— Mãe, bunda amarrota?

— Claro que não, filhinho! Por quê?

— É que hoje eu ouvi o papai falando assim pra empregada:

“Prepara a bunda que hoje eu vou passar o ferro!”

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5 de janeiro

– Seu delegado meu marido saiu de casa ontem a noite…
Ah nem vou contar essa piada, ta velha já, e nem parece que teve graça um dia.
Ah você quer que eu conte?
Só pra sacanear, aposto!
Ta bom, então a mulher desesperada chega na delegacia ofegante, pedindo por ajuda urgente…
– Meu marido saiu de casa ontem a noite, disse que ia comprar arroz e até agora não voltou.
O que eu faço doutor?
– Sei lá, faz um miojo!!
Que horror, não é? Parece a história do paciente cujo médico, após vários exames, lhe dsse:
-Infelizmente, lamento informar que você só tem mais cinco minutos de vida.
-E o que o senhor pode fazer por mim doutor! – disse o desesperado paciente.
-Bem… posso te preparar um miojo!!!!
Já sei, essa é pior que o advogado do frango, que foi na delegacia soltar a franga, concordo, mas antigamente era mais fácil contar piada;
Dava até pra dizer que o enigma do fotógrafo ainda não havia sido revelado, e todo mundo entendia… Até loira com polaroyde.

Ta difícil viu!

Oque? Não sabe oque é Polaroyde Anônimo? Uma máquina de fotográfica que revelava o filme transformando-o em fotografia tão rapidamente que até o paciente aí de cima tinha tempo de ver… Loiro.
Ah o nome era Polaroid, com I e D mudo?… Ta vendo como é complicado contar piada? Maldito google. Sabia que o Google diz que vem cá sobrinho, é o contrário de volátil.
Mas vá lá, nem era sobre isso que queria falar. Queria contar a fábula do coelho e a cenoura:
O coelho entrou numa lavanderia e pediu ao dono:
– Vocês têm cenouras?
– Isso é uma lavanderia, não vendemos cenouras. Vá ao quitandeiro da esquina!
No outro dia, o coelho entra na lavanderia e pergunta de novo:
– Oi, vocês têm cenouras?
O dono, irritado, responde:
– Já disse que isso aqui é uma lavanderia! Procure um mercado!
No terceiro dia, o coelho volta à lavanderia e pergunta:
– Oi, vocês têm cenouras?
– Poxa! – diz o dono, irritado – Já disse que não temos cenouras, e que isso aqui é uma lavanderia! Se você me perguntar isso de novo, pego uma corda, te amarro e te entrego pro açougueiro aí do lado!
No outro dia o coelho volta, olha bem nos olhos do dono e pergunta:
– Oi, vocês têm cordas?
– Não! – diz o dono, intrigado.
Ao que o coelho continua:
– E cenouras?

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3 de janeiro

Natal é muito bom, mas o cardápio…

Dia 24 – Peru assado.

Dia 25 – Peru reassado.

Dia 26 – Arroz e o resto do peru esquentado.

Dia 27 – Arroz e o resto do peru de ontem com mistura.

Dia 28 – Farofa do restinho do peru.

Dia 29 – Vou jogar esses ossos fora senão a mãe ainda vai fazer sopa de osso de peru.

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2 de janeiro

Acabei de completar 56 anos. Minha mulher me presenteou com uma semana de treinamento físico em uma boa academia. Estou em excelente forma mas achei boa idéia diminuir minha “barriguinha”. Fiz reserva com a “personal trainner” Nádia, instrutora de Aeróbica e modelo de 26 anos. Foi recomendado levar um diário para documentar meu progresso, que vai transcrito a seguir:

Segunda: Com muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena. Nádia, mais parecia uma deusa grega: ruiva, olhos azuis, grande sorriso, lábios carnudos e corpo escultural. Inicialmente, Nádia me fez um tour, mostrando os aparelhos. Comecei pela bicicleta. Ela me tomou o pulso, depois de 5 minutos, e se alarmou, pois estava muito acelerado. Não era a bicicleta mas ela, vestida com uma malha de lycra coladinha. Desfrutei do exercício. Ela me motiva muito, apesar da dor na barriga, de tanto encolhê-la, toda vez que ela passava perto de mim.

Terça: Tomei café e fui para a academia. Nádia estava mais linda que nunca. Comecei a levantar uma barra de metal. Depois se atreveu a por pesos!!! Minhas pernas estavam debilitadas, mas consegui completar UM QUILÔMETRO. O sorriso arrebatador que Nádia deu me convenceu de que todo exercício valeu a pena… era uma nova vida para mim. Que felicidade… que mulher…!!!

Quarta: A única forma como consegui escovar os dentes, foi colocando a escova sobre a pia e movendo a cabeça para os lados. Dirigir também não foi fácil: me doía o peito. Estacionei em cima da calçada… Nádia estava impaciente pois meus gritos molestavam os outros sócios. Sua voz estava um pouco aguda a essa hora da manhã e quando gritava me incomodava muito. Meu corpo doeu inteiro quando ela me colocou uma cinta para fazer escalada. Para que merda alguém inventa um treco para se escalar quando isso já está obsoleto com os elevadores? Nádia me disse que isso me ajudaria a ficar em forma e desfrutar a vida… ou alguma dessas merdas de promessas.

Quinta: Nádia estava me esperando com seus odiosos dentes de vampiro. Cheguei meia hora atrasado: foi o tempo que demorei para colocar os sapatos. A desgraçada da Nádia me colocou para trabalhar com os pesos. Quando se distraiu, saí correndo e me escondi no banheiro. Mandou um outro treinador me buscar e como castigo me pôs a trabalhar na máquina de remar… e me ferrei.

Sexta: Odeio a desgraçada da Nádia. Estúpida, magra, anêmica, chata e feminista sem cérebro! Se houvesse uma parte do meu corpo que podia se mover sem uma dor angustiante, eu partiria no meio a vaca que pariu essa porra dessa mulher. Nádia quis que eu trabalhasse meus tríceps… EU NEM SEI O QUE É UM TRÍCEPS !!! E se não bastasse me colocar o peso para que o rompesse, me colocou aquelas merdas das barras… A bicicleta me fez desmaiar e acordei na cama de uma nutricionista, uma idiota do caralho que me deu uma catequese de alimentação saudável, claro.

Sábado: A filha da puta da Nádia me deixou uma mensagem no celular com sua vozinha de lésbica assumida, perguntando-me por que eu não fui. Só com a vozinha me deu gana de quebrar o celular e depois encher a cara daquela vagabunda de porrada, porém não tinha certeza se teria força suficiente para levantá-lo, inclusive para apertar os botões do controle remoto da tevê estava difícil…

Domingo: Pedi ao vizinho para ir à missa agradecer a Deus por mim por essa semana que terminou. Também rezei para que o ano que vem, a filha da puta da minha mulher me presenteie com algo um pouco mais divertido, como um tratamento dentário de canal, um cateterismo ou um exame de próstata!

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30 de dezembro

Chegaram 100 mulheres no céu e Deus disse:
– Quem já mexeu no celular do marido, escondido, chegue mais perto.
Noventa e nove mulheres se aproximaram, só uma ficou.
E Deus disse:
– Traga a surda também!
***


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