Certa vez um brasileiro foi para a Suécia e se apaixonou uma loira espetacular. Depois de alguns meses lá eles casaram-se e vieram morar no Brasil. Ela não sabia falar nenhuma palavra de português. O maior problema era quando ela tinha que fazer compras.
Um dia ela foi à feira para comprar pés de porco. Não sabendo como fazer, ela teve que tirar os sapatos, apontar para os pés e roncar ao mesmo tempo. E assim levou os pés de porco pra casa.
No dia seguinte, ela queria comprar peito de galinha. Dessa vez ela teve que desabotoar a blusa e mostrar o peito enquanto cacarejava. O pessoal da feira adorou! E assim ela levou o peito de galinha pra casa.
No terceiro dia ela tinha que comprar lingüiça e aí não teve outro jeito… Teve que levar o marido junto! Aí você já sabe o que ele teve que fazer, né?
Pois é, teve de falar! Que mente poluída! Esqueceu que ele fala português?
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Dona Marisa morreu e foi para o céu. Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais, ela viu uma parede cheia de relógios.
Ela perguntou:
– O que são todos aqueles relógios?
São Pedro respondeu:
– São os relógios da mentira. Todo mundo na Terra tem um relógio da mentira. A cada vez que a pessoa mente, os ponteiros de seu relógio se movem.
– Oh – disse Dona Marisa – De quem é aquele relógio ali?
– É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.
– E aquele, é de quem?
– É o de Abraão Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.
Dona Marisa perguntou:
– E cadê o relógio do meu marido?
– Ah! O do Lula está na minha sala. Estou usando como ventilador de teto.
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Depois de alguns anos no Brasil, Joaquim estava passando por sérios problemas financeiros e resolveu partir para o mundo do crime.
Planejou seu golpe e foi até um parque, agarrou um garotinho e falou:
— Isto é um seqüestro! Pegue este bilhete e entregue para o seu pai!
O bilhete dizia “Seqüestrei seu filho! Deixe dez mil reais amanhã, atrás da moita da praça central. Ass: Joaquim”.
No dia seguinte, o seqüestrador português foi até a praça central e encontrou o dinheiro, acompanhado de um bilhete: “Aqui está o seu dinheiro. Mas não posso acreditar que um português tenha coragem de fazer isto com outro. Ass: Manoel”
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A esposa comenta com seu marido:
– Amor, você já notou que o vizinho antes de sair de casa enche sua esposa de beijos?
O marido responde:
– Já notei sim!
– Por que você não faz o mesmo?
Ele responde:
– Você acha que eu devia? Mas eu nem conheço ela!
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Governo americano:
– Meus americanos vivem muito bem. Um trabalhador ganha 3000 dólares por mês. Necessita de 2000 dólares para viver, o que ele faz com os outros mil dólares, não nos interessa.
Governo canadense:
– Meus canadenses vivem muito bem. Um trabalhador ganha 4000 dólares por mês. Necessita de 2000 dólares para viver, o que ele faz com os outros dois mil dólares, não nos interessa.
Governo brasileiro:
– Meus brasileiros vivem muito bem. Um trabalhador ganha 1000 reais por mês. Necessita de 2000 reais para viver, onde ele consegue os outros mil reais, não nos interessa.
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O portuga entra no ônibus, completamente vazio e senta-se num lugar qualquer.
De repente começa a chover e aí ele percebe que havia se sentado debaixo de uma goteira.
Mas continua ali, firme e forte, com a água pingando sobre a sua cabeça.
Depois de algum tempo, intrigado, o cobrador lhe pergunta:
– Ei, cara! Por que você não troca de lugar?
– Bem que eu gostaria! Mas vou trocar com quem?
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O sujeito chega em casa mais cedo e surpreende a mulher nua deitada na cama.
No mesmo instante começa a procurar o provável amante.
Olha debaixo da cama, nada, atrás da porta, ninguém, abre o armário e dá de cara com um rapaz louro e bonito.
– O que você esta fazendo aí? – pergunta ele, enfurecido.
– Ahn… humm… eu vim dedetizar o armário… – gagueja o rapaz. As traças estão comendo todas as roupas!
– Mas… pelado?
– Nossa! Viu só? Já comeram até a minha também!
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Depois de dois anos desempregado, o sujeito, em total desespero, bate à porta de um circo.
– A única vaga que temos disponível – explica o dono do circo. – é de domador de Leões!
– Domador de Leões? Não creio que eu vá me sair bem…
– Deixa disso, rapaz! Esse emprego é moleza, você vai ver só. Você faz o seguinte: entra na jaula com um chicote na mão e encara o leão. Se ele rugir, você estala o chicote no ar. Se ele der um passo pra frente, você dá um passo pra trás e estala o chicote no ar. Se ele der dois passos pra frente, você dá dois passos pra trás e estala o chicote no ar novamente. Se ele avançar de novo, você recua e estala o chicote no ar… é fácil…
– Mas… e se eu chegar no final da jaula e não der mais para andar pra trás?
– Não tem problema! Aí você pega um punhado de merda do chão e joga na cara do leão.
– E se não tiver merda?
– Pode ficar tranqüilo que vai ter!
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O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol no estádio quando, de repente, sentiu que alguém lhe apertava o ombro.
Ele olhou para trás e viu um sujeito baixinho que lhe sorria.
Logo depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás e lá estava o baixinho sorrindo.
Pouco depois, outro aperto.
– Escuta aqui, gritou ele, se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.
O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto.
Dois minutos depois, novo apertão.
O sujeito perdeu a paciência e meteu um baita chute na virilha do baixinho, mas como este último continuou impassível, ele perguntou:
– Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?
E o baixinho explicou:
– É que eu sou um alienígena, não tenho genitais, por isso não senti nada!
– Não tem genitais? E como vocês fazem sexo no seu planeta?
– Assim ó… – e apertou-lhe o ombro novamente.
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Joaquim foi contratado para pintar as faixas de uma estrada. No primeiro dia ele pintou 15 km. de faixa.
– Parabéns, seu Joaquim! Excelente! – elogiou o inspetor.
No dia seguinte ele pintou 12 km.
– Bom Trabalho! – elogiou o inspetor.
No dia seguinte ele pintou 8 km.
– Precisa melhorar! – pediu o inspetor.
No outro dia ele pintou 4 km.
– A sua produção está baixíssima! – advertiu o inspetor.
No outro dia ele pintou 1 km.
– Seu Joaquim, assim não dá. Vou acabar despedindo o sr.
– Oras bolas, defendeu-se o Joaquim, que culpa eu tenho se a lata de tinta fica cada vez mais longe?!
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A loira parou num posto de gasolina, desceu do carro, abriu o capô e foi verificar o nível do óleo.
Alguns minutos depois, com a vareta na mão, ela pergunta a um dos frentistas:
– Você não tem uma vareta mais comprida?
– Não, por quê?
– Porque essa não alcança o óleo!!!
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O Manoel leva o carro numa oficina.
– Qual o problema? – pergunta o mecânico.
– Queria colocar uma buzina bem forte… mas bem forte mesmo!
– Tudo bem, podemos colocar uma buzina de caminhão!
– Não dá pra ser mais forte ainda?
– Mas por que você quer uma buzina tão forte?
– É que os freios estão falhando!
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Alfredo e Juvenal eram grandes amigos desde a infância.
Juvenal percebia que a mulher do seu melhor amigo vivia arrastando as asas para ele, mas em nome da velha amizade ele ignorava.
Até que um dia, ele estava no trabalho e recebeu um telefonema dela:
– O Alfredo viajou e eu estou aqui em casa, na beira na piscina… me sentindo tão solitária… por que você não vem me fazer companhia?
Bom, lealdade tem limites. Juvenal resolveu aceitar o convite.
Chegando lá, encontrou a porta aberta e foi entrando.
Andou pela casa inteira e não encontrou ninguém. Ao chegar na suíte, ouviu o ruído da água do chuveiro. Então tirou a roupa e deitou-se na cama, aguardando ansiosamente a porta do banheiro se abrir.
Alguns minutos depois a porta se abre e aparece o Alfredo:
– O que é isso Juvenal? O que você está fazendo aí pelado na minha cama?
E ele, sem perder o rebolado:
– Pois é, rapaz… Sexta-feira, eu estava lá no escritório sem nada para fazer, olhei para o relógio, eram duas e quinze da tarde, aí eu pensei: “Quer saber de uma coisa? Vou dar a b@nd para o Alfredo!”
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A loira, cansada de ser chamada de burra, resolveu pintar o cabelo de preto. Foi lá no mercado e comprou a tinta. Depois de pintar o cabelo resolveu fazer um teste. Pegou seu carro e foi dirigindo pela estrada. No meio do caminho encontrou um pastor que estava cuidando de algumas ovelhas. Ela desceu do carro e perguntou:
– Senhor. Se eu acertar o numero de ovelhas que há no seu rebanho o senhor me dá uma ovelha?
– Claro, minha filha. Duvido que você consiga!
A loira pensa, pensa e pensa até que responde:
– São 125 ovelhas!
O pastor fica impressionado e concorda:
– Esse é o numero exato de ovelhas! Pode pegar uma!
A loira vai passando a mão naquelas ovelhas macias até que escolhe uma e já indo para o carro quando o pastor pergunta:
– Moça, se eu acertar a cor natural do seu cabelo você devolve meu cachorro?
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Delegado Maringá pergunta ao preso:
– Idade???
– 35 anos.
– É casado???
– Sim
– Com quem???
– Com uma MULHER.
– O delegado fica irritado e pergunta:
– E por acaso você conhece alguém casado com um homem?
– Sim.
– Quem?
– A minha mulher.
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