O português ia fazer seu primeiro salto de paraquedas.
O instrutor recordou:
– Lembre-se. Você conta até 10 e puxa a cordinha para abrir o paraquedas. Caso ele não abra, você puxa a segunda cordinha para abrir o reserva. Lá em baixo tem um jipe esperando por você.
Tudo certo, o português saltou.
Puxou a primeira cordinha… nada. O paraquedas não abriu. Puxou a segunda… nada também.
Desesperado, ele exclama:
– Ai, meu Jesus… agora só falta o jipe não estar lá embaixo também!
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Sarah Winchester, casada com o filho do famoso fabricante de armas, após a morte do marido e de uma filha recém nascida ficou deprimida e buscou a ajuda de uma medium, que lhe disse que a familia estava amaldiçoada pelos espíritos daqueles que morreram por ação dos rifles Winchester, e que para continuar viva deveria construir sem parar uma casa que permitisse a entrada dos bons espíritos e aprisionasse os maus. Então, por 38 anos, até morrer, ela construiu essa casa, derrubando e reconstruindo cômodos, fazendo corredores secretos, portas no piso superior que se abrem para fora, armários que se abrem para paredes, escadas que não dão em lugar algum, etc. Hoje a casa está aberta para visitação pública. É a Winchester Mystery House.
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Entram no elevador um brasileiro, uma gostosa, uma freira e um argentino.
O elevador sobe. De repente acaba a luz.
No escuro, ouve-se um beijo e um tremendo tapa.
A gostosa pensa: nossa, um dos dois tentou me beijar, errrou, beijou a freira e ela deu um tapa nele.
A freira pensa: um deles tentou beijar a moça e ela deu um tapa nele.
O argentino pensa: esse fdp do brasileiro tentou beijar a moça, ela foi bater nele, errou, acertou em mim.
O brasileiro pensa: uau! Beijei minha mão e lasquei um baita dum tabefe na cara do argentino. Ganhei o dia!
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