Um empresário liga para casa para dar uma notícia a sua mulher.
Quem atende é a empregada.
– Chame minha mulher que eu quero falar com ela.
– No momento ela não pode atender.
– Mas como assim ela não pode atender.
– É que ela está ocupada.
– Fazendo o que.
– Tá eu vou falar. Ela tem um amante e está com ele agora.
– Eu ouvi bem, ela está me traindo.
– É sim.
– Então mate os dois.
– Não isso eu não posso fazer.
– Então vou te despedir.
Como a empregada ganhava muito bem a única renda que ela tinha era daquele trabalho.
– Sim eu aceito.
Ela foi e matou os dois.
– E agora o que eu faço.
– Enterre eles.
A empregada seguiu novamente as instruções e enterrou eles.
– Já que você fez o que pedi pode dar uma relaxada na sauna.
– Mas aqui não tem sauna.
– Ah! Desculpe foi engano.
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Augusto Heleno critica Macron: França deixou ‘rastro de miséria por onde passou’
“Essa posição colonialista do Macron, além de ser lamentável, tem um passado triste. 90% das colônias francesas vivem em situação lamentável. Eu vivi o problema no Haiti, uma das colônias francesas. E um monte na Europa. Onde eles passaram, deixaram rastro de destruição, de confusão, de miséria. Então eles não podem dar esse tipo de conselho à ninguém. Isso é molecagem”
Dois caçadores caminham na floresta quando um deles, subitamente, cai no chão com os olhos revirados.
Não parece estar respirando.
O outro caçador pega o celular, liga para o serviço de emergência e diz: ‘Meu amigo morreu! O que eu faço?’
Com voz pausada, o atendente explica: ‘Mantenha a calma. A primeira coisa a fazer é ter certeza de que ele está morto’.
Vem um silêncio. Logo depois se ouve um tiro. A voz do caçador volta à linha. Ele diz: “Ok.
E agora?”.
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