28 de março


Largado por Zoto | largados comentaram ( 8 ) | Visualizações: 28


8 respostas para “TRIBUNA LIVRE”

  1. JP disse:

    O que mais chamou atenção nesses tempos hodiernos foi a redação rebuscada de um
    vestibulando da USP que tirou zero.
    O que chocou foi os termos rebuscados e citações
    o rapaz é uma enciclopédia, só por isso, deveria ser dada uma chance a uma nova redação,
    agora com termos plausíveis de fácil interpretação a todos.

  2. JP disse:

    O tema da redação era:
    O perdão é um ato que pode ser condicionado ou limitado.
    No meu tempo, dava-se um título a redação de no mínimo de 20 linhas se dissertava o que se pensava que poderia ser : o perdão é perdão, e por isso não deve sofrer restrições.

  3. JP disse:

    Como ao que parece , salvo fugir do tema pela
    interpretação da banca, não houve erro de português no texto escrito, logo, um 6 era uma nota que poderia ser dada- se ele fosse bem nas demais matérias, sorte dele.

  4. JP disse:

    Agora a redação mais parecia um cordel encantado.
    Haja coração.

  5. JP disse:

    Mesmo porque ele ou qualquer um poderia
    escrever e me levou a ver uma foto inusitada
    Amigos reunidos: Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Manuel Bandeira, Mario Quintana e Paulo Mendes .

  6. JP disse:

    No site da Globo uma reportagem sobre o Kiko do Chaves e seus conflites que o levaram a deixar o programa que já era de conhecimento do público.
    Gostei das fotos da vila.

  7. Anônimo disse:

    6-Pois é ,o Magno viu pessoalmente o kiko e outros personagens, menos o Chaves em uma simples apresentação até pegou uma foto do
    bochechudo que conforme falou , sumiu…
    No começo as estórias do Chaves
    eram tidas como cafonas e relés, e da gentalha, demorou um largo tempo
    para que todos assimilassem que refletia nas suas maiorias das vezes o cotidiano do povo latino americano e suas manias e costumes.

  8. Zé Dirceu - Não sou o do mensalão disse:

    #1 – O rapaz ganhou zero porque a banca não conseguiu entender a escrita dele. Chegamos ao ponto em que, se usarmos um português mais culto e rebuscado, até professores universitários se transformam em analfabetos funcionais. Um país assim tem chance muito pequena de dar certo.

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