A tática é, justo, acusar os outros daquilo que os seus protagonistas, na verdade, são: fascistas, genocidas, golpistas, ditadores, racistas, preconceituosos, obscurantistas (etc., etc.) – confundindo os intelectos menos precavidos com artimanhas simuladas e intencionalmente espetaculosas.
Amoral e pragmático, o crime organizado não trafica o poder com ideologias ou utopias – aos moldes “progressistas” e “românticos” do passado –, mas com pecúnias e compensações – anunciando a morte e sepultamento do devoto e sincero “classicismo revolucionário”.
Trata-se de um ambicioso e irrefreável “bloco de poder”, de tessitura transnacional, que não está para “passatempos” (“eleições limpas”, “representatividade popular”, “legitimidade governativa”), nem para “brincadeiras” (disputas nos limites da lei). Age com furor e virulência, sempre que necessário, expondo-se, sem comedimentos, à luz do dia em seus arbitrários, nítidos e desenfreados propósitos.
Em sua lógica de poder, “eleições não se ganha, se toma” – para o que tudo, absolutamente tudo (sem qualquer peso na consciência) se torna “válido”, justificável: da corrupção sistêmica ao arbítrio ou casuísmo judicial; da fraude eleitoral ao assassinato seletivo.
Adeptos do “pensamento único” e da “ética” do “politicamente correto”, autoproclamam-se os donos da Razão e da Verdade e, portanto, “curadores”, em última instância, da sociedade – contra quem os adversários não passam de ignorantes desprezíveis e desalumiados desafetos.
Funcionalmente, o poder imperial da grana interdita, ancorado no narcotráfico, em grandes grupos econômicos (financeiros e tecnológicos) e em regimes políticos ditatoriais, compra e promove, em cada local (países e regiões), os seus respectivos agentes e colaboradores, preferencialmente situados nas cúpulas e entranhas dos aparelhos estatais e dos veículos de comunicação de massa (ou a essas alçados): políticos, governantes, juízes, procuradores, advogados, intelectuais, jornalistas, artistas – e demais convenientes “passistas”.
Daqui a pouco a Gestapo…quer dizer a PF, vai aparecer na casa desse cidadão… está falando demais pro gosto dos que espalham o AMOR.
É sempre assim….
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Comentários
ue diss on TRIBUNA LIVRE: “A principal chuteira de Lionel Messi é a adidas F50 “El Último Tango”, uma edição especial comemorativa Adidas apresentou a…” jun 18, 09:02
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Anônimo on TRIBUNDA LIVRE 18+: “Muito princesinha É alta Alaor, essa é magrelinha demais!” jun 17, 19:50
Guaicurus on TRIBUNA LIVRE: “Os apaixonados pelo arghenino messi, estão em polvorosa com os 3 gols dele.” jun 17, 15:56
𝕄.𝕋 on TRIBUNA LIVRE: “É que o Anny aproveitou que o DAMO pediu um tempo e dormiu até mais tarde com seu affair Rogério…” jun 17, 15:49
Tarugo on TRIBUNA LIVRE: “ieu heim! ninguem quiseu fala integora!” jun 17, 15:37
Alaor on TRIBUNDA LIVRE 18+: “Anônimo, essa é a Lilly Benz bem bonita… durinha então… https://i.postimg.cc/ZTxbVTZg/lillybenz3-bw-195.jpg” jun 17, 14:15
julho 1st, 2024 at 0:57
A tática é, justo, acusar os outros daquilo que os seus protagonistas, na verdade, são: fascistas, genocidas, golpistas, ditadores, racistas, preconceituosos, obscurantistas (etc., etc.) – confundindo os intelectos menos precavidos com artimanhas simuladas e intencionalmente espetaculosas.
Amoral e pragmático, o crime organizado não trafica o poder com ideologias ou utopias – aos moldes “progressistas” e “românticos” do passado –, mas com pecúnias e compensações – anunciando a morte e sepultamento do devoto e sincero “classicismo revolucionário”.
Trata-se de um ambicioso e irrefreável “bloco de poder”, de tessitura transnacional, que não está para “passatempos” (“eleições limpas”, “representatividade popular”, “legitimidade governativa”), nem para “brincadeiras” (disputas nos limites da lei). Age com furor e virulência, sempre que necessário, expondo-se, sem comedimentos, à luz do dia em seus arbitrários, nítidos e desenfreados propósitos.
Em sua lógica de poder, “eleições não se ganha, se toma” – para o que tudo, absolutamente tudo (sem qualquer peso na consciência) se torna “válido”, justificável: da corrupção sistêmica ao arbítrio ou casuísmo judicial; da fraude eleitoral ao assassinato seletivo.
Adeptos do “pensamento único” e da “ética” do “politicamente correto”, autoproclamam-se os donos da Razão e da Verdade e, portanto, “curadores”, em última instância, da sociedade – contra quem os adversários não passam de ignorantes desprezíveis e desalumiados desafetos.
Funcionalmente, o poder imperial da grana interdita, ancorado no narcotráfico, em grandes grupos econômicos (financeiros e tecnológicos) e em regimes políticos ditatoriais, compra e promove, em cada local (países e regiões), os seus respectivos agentes e colaboradores, preferencialmente situados nas cúpulas e entranhas dos aparelhos estatais e dos veículos de comunicação de massa (ou a essas alçados): políticos, governantes, juízes, procuradores, advogados, intelectuais, jornalistas, artistas – e demais convenientes “passistas”.
julho 1st, 2024 at 20:19
Daqui a pouco a Gestapo…quer dizer a PF, vai aparecer na casa desse cidadão… está falando demais pro gosto dos que espalham o AMOR.
É sempre assim….