A tática é, justo, acusar os outros daquilo que os seus protagonistas, na verdade, são: fascistas, genocidas, golpistas, ditadores, racistas, preconceituosos, obscurantistas (etc., etc.) – confundindo os intelectos menos precavidos com artimanhas simuladas e intencionalmente espetaculosas.
Amoral e pragmático, o crime organizado não trafica o poder com ideologias ou utopias – aos moldes “progressistas” e “românticos” do passado –, mas com pecúnias e compensações – anunciando a morte e sepultamento do devoto e sincero “classicismo revolucionário”.
Trata-se de um ambicioso e irrefreável “bloco de poder”, de tessitura transnacional, que não está para “passatempos” (“eleições limpas”, “representatividade popular”, “legitimidade governativa”), nem para “brincadeiras” (disputas nos limites da lei). Age com furor e virulência, sempre que necessário, expondo-se, sem comedimentos, à luz do dia em seus arbitrários, nítidos e desenfreados propósitos.
Em sua lógica de poder, “eleições não se ganha, se toma” – para o que tudo, absolutamente tudo (sem qualquer peso na consciência) se torna “válido”, justificável: da corrupção sistêmica ao arbítrio ou casuísmo judicial; da fraude eleitoral ao assassinato seletivo.
Adeptos do “pensamento único” e da “ética” do “politicamente correto”, autoproclamam-se os donos da Razão e da Verdade e, portanto, “curadores”, em última instância, da sociedade – contra quem os adversários não passam de ignorantes desprezíveis e desalumiados desafetos.
Funcionalmente, o poder imperial da grana interdita, ancorado no narcotráfico, em grandes grupos econômicos (financeiros e tecnológicos) e em regimes políticos ditatoriais, compra e promove, em cada local (países e regiões), os seus respectivos agentes e colaboradores, preferencialmente situados nas cúpulas e entranhas dos aparelhos estatais e dos veículos de comunicação de massa (ou a essas alçados): políticos, governantes, juízes, procuradores, advogados, intelectuais, jornalistas, artistas – e demais convenientes “passistas”.
Daqui a pouco a Gestapo…quer dizer a PF, vai aparecer na casa desse cidadão… está falando demais pro gosto dos que espalham o AMOR.
É sempre assim….
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Comentários
Zé Dirceu - Não sou o do mensalão on TRIBUNA LIVRE: “Hoje mina esposa e eu fomos à Paulista, na manifestação pró Flavio Bolsonaro. Tinha muita gente.” out 18, 18:43
Anônimo on QUEM NÃO GOSTA DE UM CHURRASQUINHO GREGO?: “Pensei em o ditador de Borat mas pesquisando deu A cena do “Beijo Grego”: Acontece na comédia Férias Frustradas (2015).…” out 18, 10:47
Anônimo on TRIBUNA LIVRE: “O que só vc viu ontem? O prometido, ou seja, um pouco de multshow mas enquanto estava a bloguerinha dei…” out 18, 09:15
Anônimo on TRIBUNA LIVRE: “Como o Verdão do Ʇꟽ fez um bom resultado sobre o Cruzeiro, o Mengão tem de desdobrar para se manter…” out 18, 08:47
Anônimo on TRIBUNA LIVRE: “Flamengo pega um osso duro de roer, o Bahia do Ceni na Fonte Nova as 18,30,mas não é o jogo…” out 18, 08:43
Anônimo on QUEM NÃO GOSTA DE UM CHURRASQUINHO GREGO?: “Deve dar uma mão de obra fazer tiras de múltiplas carnes temperadas para enrolar e fazer essa obra de arte…” out 18, 08:40
Anônimo on TRIBUNA LIVRE: “Zoto se passar na área põe “Zorro Quien Sabe”que foi o ponto alto ontem do capítulo Don Diego cantando na…” out 18, 08:36
julho 1st, 2024 at 0:57
A tática é, justo, acusar os outros daquilo que os seus protagonistas, na verdade, são: fascistas, genocidas, golpistas, ditadores, racistas, preconceituosos, obscurantistas (etc., etc.) – confundindo os intelectos menos precavidos com artimanhas simuladas e intencionalmente espetaculosas.
Amoral e pragmático, o crime organizado não trafica o poder com ideologias ou utopias – aos moldes “progressistas” e “românticos” do passado –, mas com pecúnias e compensações – anunciando a morte e sepultamento do devoto e sincero “classicismo revolucionário”.
Trata-se de um ambicioso e irrefreável “bloco de poder”, de tessitura transnacional, que não está para “passatempos” (“eleições limpas”, “representatividade popular”, “legitimidade governativa”), nem para “brincadeiras” (disputas nos limites da lei). Age com furor e virulência, sempre que necessário, expondo-se, sem comedimentos, à luz do dia em seus arbitrários, nítidos e desenfreados propósitos.
Em sua lógica de poder, “eleições não se ganha, se toma” – para o que tudo, absolutamente tudo (sem qualquer peso na consciência) se torna “válido”, justificável: da corrupção sistêmica ao arbítrio ou casuísmo judicial; da fraude eleitoral ao assassinato seletivo.
Adeptos do “pensamento único” e da “ética” do “politicamente correto”, autoproclamam-se os donos da Razão e da Verdade e, portanto, “curadores”, em última instância, da sociedade – contra quem os adversários não passam de ignorantes desprezíveis e desalumiados desafetos.
Funcionalmente, o poder imperial da grana interdita, ancorado no narcotráfico, em grandes grupos econômicos (financeiros e tecnológicos) e em regimes políticos ditatoriais, compra e promove, em cada local (países e regiões), os seus respectivos agentes e colaboradores, preferencialmente situados nas cúpulas e entranhas dos aparelhos estatais e dos veículos de comunicação de massa (ou a essas alçados): políticos, governantes, juízes, procuradores, advogados, intelectuais, jornalistas, artistas – e demais convenientes “passistas”.
julho 1st, 2024 at 20:19
Daqui a pouco a Gestapo…quer dizer a PF, vai aparecer na casa desse cidadão… está falando demais pro gosto dos que espalham o AMOR.
É sempre assim….