Análise do poema feito por uma aluna de 16 anos da Escola C+S da Rinchoa:
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“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer”
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Ahhhhhh Camões…
Se vivesses hoje em dia
Tomavas uns anti-piréticos
Uns quantos analgésicos
E Xanax ou Prozac para a depressão
Compravas um computador
Consultavas a página do Murcon
E descobririas
Que essas dores que sentias
Esses calores que te abrasavam
Essas mudanças de humor repentinas
Esses desatinos sem nexo
Não eram feridas de amor
Mas somente falta de sexo.
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O seu Amaro e a dona Dulce vão completar cinqüenta anos de casados. Na véspera da comemoração das bodas de ouro, o seu Amaro diz para a esposa:
– Para mim, Dulce, o maior presente seria você deixar eu ver o que tem dentro daquela caixinha que você guarda trancada, no fundo da sua gaveta, e que em todos esses anos você nunca quis me revelar o conteúdo!
Ele tanto pede que a dona Dulce acaba concordando em abrir. Dentro da caixinha, o seu Amaro encontra três grãos de milho e cinqüenta mil dólares.
– O que significa isso, Dulce?
– Esse aí é o meu segredo, Amaro. Cada vez que eu fui infiel a você, eu pus um grão de milho na caixinha.
A notícia deixa seu Amaro muito magoado e aborrecido. Ninguém gosta que lhe enfeitem a cabeça, ainda mais sabendo da história na véspera de uma comemoração tão importante. Mas, aos poucos, ele foi ponderando: afinal, quem insistiu para que se revelasse o segredo foi ele. E depois, há de convir, três puladas de muro em cinqüenta anos, até que não é muita coisa. Ele próprio tinha comido fora algumas vezes…
Depois de horas amuado, seu Amaro resolve quebrar o silêncio:
– E os cinqüenta mil dólares, Dulce? Como você arranjou?
– Bom… cada vez que eu enchia a caixinha, eu vendia o milho…
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Viajando por uma região de canibais, o arqueólogo chega a uma birosca escondida no meio da selva.
O cardápio lhe chama a atenção: “Missionário frito: 27 reais; guia de safári ao molho pardo: 15 reais; político recheado ao forno: 350 reais.”
Intrigado com a disparidade de preços, ele pergunta ao dono do bar porque “político recheado ao forno” custa tão caro.
E o homem explica:
— O senhor por acaso já tentou limpar um deles?”
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A PIADA DO JURUBA
Um jovem ventríloquo estava fazendo uma turnê e foi dar espetáculo no bar do Pedro.
Estava desfiando o seu repertório usual sobre a intelectualidade das loiras quando uma loiraça sentada na quarta fileira se levanta e diz:
– Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota.
– O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres desse jeito?
– O que tem a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São caras como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de alcançar o nosso pleno potencial a nível de pessoa.
Confuso, o ventríloquo começou a se desculpar.
– Minha senhora, não foi essa a minha intenção…
E, a loira, em tom raivoso, diz:
– Fique fora disso, meu senhor.
– Estou falando é com esse rapazinho desprezível sentado em seu colo!!!
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O padre e a freira iam pelo deserto em um cavalo.
Depois de um tempo, o cavalo não agüenta o calor e morre.
– Irmã Maria – diz o padre – já que não vamos mesmo sair vivos daqui, eu acho que devíamos fazer nossos últimos desejos.
– Tudo bem , padre, qual é o seu último desejo?
– Ah, eu nunca vi uma freira pelada. Eu queria ver uma freira pelada,.
A freira tira o hábito e fica nua.
– E você, irmã, qual é o seu último desejo?
– Eu também nunca vi um padre pelado.
O padre também tira a sua roupa.
– Padre, o que é essa coisa comprida?
– Isso é um membro viril, irmã, que ao introduzimos no corpo dá vida!
A freira fica eufórica.
– Então mete ele logo no cavalo, pra ver se ele ressuscita e tira a gente daqui!
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Um caminhoneiro vinha dirigindo por uma estrada deserta a noite.
Ele já vinha dirigindo há trinta quilômetros sem cruzar com nenhum carro, a estrada na mais completa escuridão. De repente vê um clarão na beira da estrada. Uma luz fortíssima. Curioso, pára o caminhão e se aproxima devagar da luz intensa.
Ao chegar mais perto vê um ser contra a luz.
Certamente um alienígena. Um ser estranhíssimo, com uma cabeça enorme, pernas muito curtas.
O caminhoneiro respira fundo, se enche de coragem e se apresenta:
– Josinaldo, terráqueo, motorista de caminhão, fazendo contato. Venho em paz!!
O ser estranho responde:
– Severino, cearense, motorista de Ônibus com banheiro quebrado, tentando cagar na estrada em paz!!!
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Um casal de caipiras aposentados resolve finalmente deixar o torrão natal para visitar a capital. Eles estão num shopping e assistem a um desfile de modas para apresentação da coleção de maiôs de uma grife. Vendo este espetáculo, o marido fica com os olhos literalmente arregalados. A mulher passa-lhe um sermão:
– Hei, Tonico, parece que você nunca viu perna e peito de mulher antes?
O marido responde:
– Sabe que é exatamente isso que eu estava pensando?
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A cafetina abre a porta do bordel e se depara com um velhinho vestido muito modestamente.
– Pois não? – pergunta ela.
– Eu quero a Natalia – responde o velhinho.
– Meu senhor – argumenta a cafetina – a Natalia é uma de nossas mulheres mais caras. Talvez eu possa lhe apresentar alguma outra…
– Não obrigado, eu quero a Natalia – insiste o velhinho.
Então a Natalia aparece e diz ao velhinho que o preço dela é 1000 dólares por visita. O homem nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que está tudo bem.
Então ela o leva ao seu quarto, onde ele fica uma hora, e sai tranquilamente.
Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente, e pede pela Natalia. Ela estranha, e diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas, e que ela não dará nenhum desconto. O velhinho tira mais dez notas de 100 e as entrega à moça, que o leva para o quarto onde ele passa uma hora.
Quando ele chega na noite seguinte, ninguém acredita. Mais uma vez ele entrega o dinheiro à moça, e ela o leva para o quanto dela.
Depois da hora que passaram juntos, Natalia não resiste e pergunta ao velhinho:
– Ninguém usou meus serviços três noites seguidas. De onde o senhor é?
– Sou de Minsk, na Russia – responde o velhinho.
– Sério? – se surpreende Natalia – Eu tenho uma irmã que mora em Minsk.
– Eu sei – responde o velhinho – Ela me pediu para entregar-lhe 3000 dólares.
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Próximo ao natal, Dirceuzinho resolveu escrever uma carta pro Papai Noel, pedindo uma bicicleta.
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– “Papai Noel, fui um ótimo garoto este ano, ajudei meu pai, minha mãe e até meu irmãozinho, quero uma bicicleta”.
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Então parou e pensou: – ele não vai acreditar, vou refazer a carta.
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– “Papai Noel, sei que não fui muito bom este ano, mas acho que ainda mereço uma bicicleta”.
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Não satisfeito, ele joga a carta fora, vai até o presépio, pega a imagem de Maria, coloca dentro do sapato e escreve a seguinte carta:
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– “Jesus, estou com sua mãe, se quiser vê-la inteira de novo, mande o Papai Noel me dar uma bicicleta”.
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Um casal estava dormindo profundamente, como inocentes bebês.
De repente, lá pelas três horas da manhã, escutam ruídos fora do quarto.
A mulher se sobressalta e, totalmente espantada, diz para o homem:
– Aaaaaiiiiiii!!!! Meu Deus, deve ser o meu marido!
O cara se levanta espantadíssimo e peladão, pula como pode pela janela e cai em cima de uma planta com espinhos.
Em poucos segundos volta pela mesma janela, todo machucado e grita:
– Desgraçada!!!! Teu marido sou eu!!!
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Abraão volta para casa de improviso e encontra sua mulher Raquel na cama com um homem. Ferido no mais profundo de seu amor-próprio, ele corre buscar conselho e conforto com o rabino.
– Me diga, rabino, o que devo fazer nesta situação? Amo minha mulher e não quero matar ninguém, mas estou com o coração tão cheio de raiva…
– Eu vou lhe dizer o que eu faria se estivesse na sua situação. – diz o rabino – Eu, se encontrasse um homem na cama com minha mulher, eu mataria o cachorro!
– Mas rabino? – questiona Abraão – Onde apareceu este cachorro?
– Porque se um homem estiver na cama com minha mulher, só pode ser um cego!
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Um circunspecto senhor, de cinqüenta e poucos anos, chega do interior para um check-up médico na capital.
Queixa-se dos males da meia idade.
Depois de apalpar aqui, apertar ali, escutar acolá, o médico pergunta:
– Com que freqüência o senhor tem relações sexuais?
– Uma a cada duas semanas, mais ou menos.
– Muito pouco!
Eu, que sou mais velho que o senhor, ainda tenho uma ou duas vezes por semana!
– É, mas o senhor é médico na capital, já para mim fica um pouco mais complicado.
– Sabe como é, cidadezinha do interior, muita gente de olho em tudo que acontece.
– Para mim, um bispo no interior, fica muito mais difícil.
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Um mineirinho, miudinho, todo tímido, embarcou no ônibus de BH para Cataguases. Seu colega de poltrona era um negão de 1,90 m de altura, com cara de poucos, muito poucos amigos.
O negão no maior ronco e o mineirinho todo enjoado com as curvas da estrada. A certa altura, o mineirinho não agüentou e vomitou todo o jantar no peito do negão, que não acordou.
Chegando em Rio Pomba, o negão acordou e passou a mão no peito todo melecado e gosmento. Olhou enfurecido pro mineirinho, que imediatamente bateu a mão no seu ombro e perguntou:
– Cê miorô?
Eita mineiro porreta!
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Um amigo vai visitar o outro recém-casado e observa a varanda redonda, a sala redonda, os quartos redondos, os banheiros redondos, enfim, tudo redondo, até mesmo a cozinha era redonda.
Ele exclama:
– Que inovação! Seu arquiteto foi muito ousado!!!
E ele todo orgulhoso:
– Tive esta idéia quando falei com minha noiva que iria construir uma casa e minha sogra pediu para arrumar um CANTINHO pra ela…
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A esposa com o aniversario chegando joga uma indireta no marido:
– Amor, meu aniversário está chegando e quero um presente bem legal. Vou te dar uma pista: vai de zero a cem em menos de 5 segundos, pode ser de qualquer cor.
No dia do aniversario a mulher encontrou um pacote no quarto com uma balança de banheiro cor de rosa, novinha.
Ah, a propósito, o marido continua desaparecido.
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Antigamente, quando uma moça conhecia um rapaz gentil e educado perguntava logo se era solteiro.
Hoje, pergunta se é viado.
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Um homem e uma bonita mulher estavam jantando á luz de velas num restaurante de luxo.
De repente o garçom notou que o homem escorregava lentamente para debaixo da mesa.
A mulher parecia não reparar que o companheiro tinha desaparecido.
– Perdão senhora, disse o garçom: mas eu acho que seu marido está debaixo da mesa.
– Não está não, disse a mulher, olhando calmamente para o garçom. Meu marido acabou de entrar no restaurante.
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