O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, Josias, o mais novo, que era mirradinho, raquítico, todo estropiado.
Viveu a vida toda desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:
— Meu amor… Eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.
— Querido…
— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema… Eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade…
— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado…
— Puxa, que bom ouvir isso… — solta o seu último suspiro e morre.
E a esposa, aliviada:
— Puxa, ainda bem que ele não perguntou dos outros três!
*
Preocupada com a quantidade de palavrões que o Joãozinho dizia, a mãe decidiu pedir ajuda ao pastor da igreja.
O pastor deu o seguinte conselho:
– Leve este caderno e anote cada vez que seu filho disser um palavrão.
Ao final de 1 mês, desconte dez centavos, por palavrão, da mesada do menino e os doe para a igreja.
No final do mês, o pastor foi visitar a família e a primeira coisa que fez foi chamar o Joãozinho e conferir o caderno.
Contou os palavrões e disse:
– Meu filho, você proferiu 99 palavrões esse mês!
– Isso é terrível!
– Sua mãe vai descontar R$ 9,90 da sua mesada.
– Vamos acertar logo isso – disse o menino.
Sem esconder a irritação Joãozinho tirou uma nota de R$ 10,00 do bolso e a entregou ao pastor.
– Mas eu não tenho R$ 0,10 de troco…
– Então, o senhor vai tomar no cu e fica tudo certo!
***
Era um jogo de futebol entre a Seleção Brasileira e a Seleção Portuguesa.
De repente o juiz marca uma falta na entrada da área, a favor do Brasil.
O jogador brasileiro vai para a cobrança e a barreira formada está toda de costas para a bola.
– Vocês vão ficar de costas para a bola? – pergunta o juiz, estranhando a atitude.
– Mas, claro! – justifica um dos jogadores. – O senhor acha que nós vamos perder um golaço desses?
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Eu estou me demitindo! — diz a faxineira do banco para o gerente, irada. — O senhor não confia em mim!
— Mas o que é isso, Maria? — exclama o gerente, espantado. — A senhora trabalha aqui há vinte anos, eu até deixo as chaves do cofre em cima da minha mesa!
— Eu sei! — diz a faxineira, chorando — Mas nenhuma delas funciona!
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O sujeito chegou no bar cheio de disposição. Bate no balcão e pergunta bem alto:
– Tem algum macho aí?
Lá no fundo do bar, levanta outro sujeito e diz:
– Tem, mas é meu!
Ele responde:
– Ops! Então desculpa aí amigão.
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Roma antiga, 2 mil anos atrás.
O valente gladiador Joaquim está no centro da arena, empunhando uma adaga curta, aguardando o seu adversário.
Ao toque das trombetas, entra um enorme leão.
Ao ver aquilo, Joaquim começou a correr desesperadamente em volta da arena. Correu… correu… correu… 5 voltas completas… e o leão só olhando.
Quando parou para descansar, o leão partiu à toda em sua direção, mas ele nem se mexeu.
– Corre! O leão vai te pegar! – gritou alguém na platéia.
– Não se preocupe, ó gajo! Estou 5 voltas na frente do bichano!
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Após a cerimônia de cremação da velha todos os familiares e amigos se encontram reunidos ao redor da urna contendo as cinzas e olhando o forno ainda quente.
Depois de alguns minutos, o genro, que havia bebido todas, pede a palavra para discursar. Sobe em uma cadeira com dificuldade e, na maior comoção etílica, diz:
— E agora, meus amigos, uma salva de palmas pro churrasqueiro!
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A Madre Superiora de uma congregação irlandesa, com seus 98 anos, estava em seu leito de morte.
Ofereceram-lhe leite quentinho. Ela bebeu um gole e não quis mais.
Uma freira foi à cozinha e pôs uma boa dose de Whisky no copo de leite. Voltou ao leito da superiora e aproximou o copo da sua boca. A superiora bebeu um golinho, depois outro e, antes que se dessem conta, tomou até a última gota.
As freiras lhe disseram:
– Madre, dê-nos uma última palavra de sabedoria antes de morrer…
Com um último esforço, levantou-se um pouco e lhes disse:
– Não vendam essa vaca!
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O gerente chama o empregado da área de produção, um negão forte, 1,90 m de altura, 100 kg , recém-admitido e inicia o diálogo:
– Qual é o seu nome?
– ‘Alceu’! responde o empregado.
– Olhe, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome, porque isso seria muito familiar e levaria à perda de autoridade.
Eu só chamo meus subordinados pelo sobrenome, porque, isso sim, é saber colocá-los em seus devidos lugares. Eu os chamo de Ribeiro, Matos, Souza, Andrade, Teixeira e assim por diante.
E quero que me chame de Mendonça, entendeu?
– Sim senhor, respondeu o negão.
– Agora quero saber qual é o seu nome?
– Meu nome é Alceu Paixão.
– Tá certo, Alceu. Pode ir agora.
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Um perigoso ladrão entra armado em um banco. Assustando os clientes, vai até o atendente e exige todo o dinheiro do caixa. Com a quantia em mão, ele se volta para um dos clientes e pergunta:
— Você me viu roubar esse banco?
Com a voz trêmula, ele responde:
— Sim, eu vi.
Sem pensar duas vezes o ladrão atira nele. Depois, volta-se par um jovem parado ao lado de uma senhora e pergunta:
— Ei, você me viu roubar esse banco?
— Eu não vi nada não, moço…
— Tem certeza?
— Tenho… Mas a minha sogra, essa senhora aqui do lado, disse que viu tudinho!
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Um homem entra numa loja e pede à balconista, que por sinal era muito bonita:
– Eu quero um par de luvas para dar de presente para a minha namorada.
– Qual é o tamanho?
– Ih!!! eu não sei.
– Não tem problema, o senhor pode comparar o tamanho da mão dela com a minha.
A balconista colocou as luvas e o homem, comentou:
– Eu vou levar um número a mais, porque as mãos dela são um pouco maiores do que as suas.
– O senhor quer mais alguma coisa?
– Quero, sim, vou levar uma calcinha e um sutiã, mas não sei qual é o tamanho…
*
VENDO: Corcel GT-XP 70
R$ 1.000,00
Fone: xxxxxxxxx
-Carro Meia Boca (olhando de perto tá feio, e de longe também)
-Segundo Dono (este mês)
-Chave Reserva (uma de fenda e uma de boca)
-Nunca Pegou Chuva (de granizo)
-Estepe Nunca Rodou (mas se tivesse estepe tinha rodado)
-Motor 1.6 (queimando óleo)
-Com Alternador (às vezes carrega a bateria)
-Ignição Eletrônica (falha e não segura o ponto)
-Pneus Slick (devido ao uso)
-Freio ABS (aperta, bomba e segura)
-Lataria Bem Alinhada (nem parece que capotou 4 vezes)
Um macaquinho estava em cima de uma árvore, quando chegou um solitário leão que lhe pediu para descer e baterem um papo. O macaquinho falou:
– Eu não, pois tenho medo de você.
O leão respondeu:
– Fique sossegado. Como prova de que eu só quero um bom papo, eu vou me amarrar e não haverá perigo. Jogue uma corda.
O macaquinho jogou uma corda, e o leão amarrou suas pernas. Jogou outra, e o leão amarrou os braços com a boca e disse:
– Pode descer que agora eu não ofereço nenhum perigo.
O macaquinho desceu e o leão lhe perguntou:
– Ainda com medo? Por que você está tremendo tanto?
– Emoção… é a primeira vez que eu vou foder um leão.
***
O sujeito está na cama com a amante quando ouve os passos do marido. A mulher manda-o pegar as roupas e pular pela janela. Ele reluta, porque está caindo uma chuva forte. Mas, não tendo outro jeito, pula e cai na rua, no meio de uma maratona. Ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito esquisito. Afinal, ele está pelado!
Um corredor pergunta:
– Você sempre corre assim pelado?
– Sim! – responde o amante – É tão bom ter essa sensação de liberdade…
Outro corredor pergunta:
– Mas você sempre corre assim pelado carregando suas roupas?
Sujeito não se dá por vencido:
– Eu gosto assim. Posso me vestir no fim da corrida e pegar o carro para ir para casa…
Um terceiro corredor insiste:
– Mas você sempre corre assim pelado carregando suas roupas e com uma camisinha no pinto?
O sujeito responde:
– Não. Só quando está chovendo…
***
A mulher recebe o amante em casa, enquanto o marido trabalha. Seu filho de nove anos chega da escola mais cedo, vê os dois juntos e se esconde no armário do quarto para espiar. O marido também volta para casa inesperadamente e a mulher resolve esconder o amante no armário, sem perceber que o filho já estava lá.
O menininho diz: – Tá escuro aqui…
O amante responde – É… Tá mesmo…
Menino – Eu tenho uma bola de beisebol.
Amante – Legal…
Menino – Quer comprar?
Amante – Não, obrigado…
Menino – Meu pai está lá fora.
Amante – Ok, quanto?
Menino – Duzentos reais…
Algumas semanas depois, lá estão o garoto e o amante presos no Armário novamente.
Menino – Tá escuro aqui.
Amante – É… Tá mesmo…
Menino – Eu tenho uma luva de beisebol.
O amante, se lembrando da última vez, pergunta ao garoto: -Quanto é?
O Menino – Setecentos reais.
Amante – Feito!
Dias depois, o pai diz ao garoto, pegue a sua luva e a sua bola de beisebol, vamos lá no quintal para eu ensinar como se joga.
O menino responde, não posso, vendi a luva e a bola…
O pai pergunta, ‘por quanto você vendeu?’.
Novecentos reais, responde o menino.
O pai, horrorizado, diz ao menino que isso não se faz, cobrar tanto de seus amiguinhos por coisas que custam barato, e leva o filho à igreja para que confesse para o padre.
Chegando lá, o pai leva o menino ao confessionário e fecha a porta.
O menino diz – Tá escuro aqui…
O padre responde – Nem vem! Eu não vou comprar mais porra nenhuma!
***