SABEDORIA ORIENTAL
“Mestre, não entendo. Se um homem transa com várias mulheres, ele é visto como um garanhão.
Se uma mulher transa com vários homens, ela é vista como uma vadia. Não é injusto?”
“Minha filha, pense nisto desta forma. Se uma chave abre várias fechaduras, ela é uma chave mestra, uma coisa boa de se ter.
Já uma fechadura que é aberta por várias chaves diferentes… bem, esta é uma péssima coisa para se ter”.
***
A turma de amigos quarentões discutia onde jantar.
Finalmente concordaram que seria no Café Ritz, porque “a garçonete é muito gostosa”.
10 anos depois, aos 50, se encontram de novo e discutem pra lá e pra cá, para resolver onde jantar. Por fim, resolvem ir ao Café Ritz, porque “a comida é muito boa e a seleção de vinhos excelente”.
Passados 10 anos, aos 60 agora, voltam a se reunir e tocam a discutir onde deveriam jantar. Após muito bate-boca, chegam à conclusão que devem ir ao Café Ritz, porque “é um lugar onde pode-se desfrutar uma refeição na paz e tranquilidade e o restaurante é de não fumantes”.
10 anos depois, já com 70, tornam a juntar-se para resolver onde se reunir para jantar. Agora, escolhem o Café Ritz, porque “tem fácil acesso para cadeiras de roda e até mesmo elevador”.
E passados mais 10 anos, com 80 no lombo, o grupo se encontra uma vez mais para decidir onde jantar.
Enfim, resolvem ir ao Café Ritz, porque “é uma ótima ideia experimentar um restaurante onde nunca foram antes”…
***
Manoel conseguiu um emprego em uma transportadora e, no primeiro dia, o seu chefe pergunta:
— Manoel, você escreveu “Este lado para cima” nas caixas que transportam os copos de cristal?
— Sim senhor! E para ter certeza de que todos iam ler, eu escrevi de todos os lados!
*
Cumpadi Tarugo foi ao médico.
O médico pergunta:
– Então, seu Tarugo, o que é que o senhor tem?
– Tenho um sítio, uma mulher e uma galinha.
– Não! Não! Eu quero saber é o que o senhor sente.
– Ah, bom! Sinto vontade de vender o sítio, separar da mulher e comer a galinha.
*
Um sujeito está andando na rua e vê o Pequeno Johnny fumando um cigarro.
Impressionado com tal situação ele diz:
– MAS O QUE É ISSO? VOCÊ AINDA É UMA CRIANÇA… NÃO PODE FUMAR!
Johnny olha para cima mas não diz nada.
O homem ainda perplexo com a situação, pergunta:
– Filho, quantos anos você tem?
O pequeno Johnny responde:
– Seis.
Atordoado, o homem diz:
– Seis!? Mas isto não pode ser… Você é muito pequeno ainda… Quando você começou a fumar?
Johnny responde:
– Logo após a primeira vez que fiz sexo.
– O QUÊ? Logo após ter feito sexo? Mas quando foi isso?
Little Johnny responde:
– Xiii, nem lembro mais. Eu tava bêbado pra cacete.
***
Dois amigos conversam sobre os problemas que um está tendo com seu vizinho:
– Meu vizinho é um chato, um verdadeiro pé no saco. Acredita que ele veio bater na minha porta hoje às 3 da manhã?
– Nossa, realmente você tem razão. E você não xingou ele?
– Só um pouco. Não xinguei mais porque ele deu sorte de eu já estar acordado tocando bateria.
*
Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
– Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
– Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
O candidato responde:
– Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc.. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
– Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu!
***
Um carioca foi ao bingo em SP com 100 reais.
Sobraram só 5, e ele teria que voltar de táxi, pois naquela hora não havia mais ônibus.
Foi a um ponto e perguntou:
– Só tenho 5 reais e preciso ir até meu hotel em São José dos Pinhais. Quebra o galho?
O motorista não deu a mínima:
– Não trabalho pra sustentar vagabundo.
Foi ele então gastar o resto no Bingo. Teve sorte e ganhou 1000.
Voltou para o ponto e viu o taxista mal-educado na última posição.
Chegou para o 1º da fila e falou:
– Dou 200 se você me levar para casa e mais 200 se você der pra mim. O taxista ficou puto e mandou ele pra PQP.
Foi até o 2º e fez a mesma oferta. Quase tomou porrada.
O cara foi táxi por táxi, sempre recebendo a mesma furiosa resposta.
Até que ele chegou no taxista mal-educado.
Entrou direto e falou:
-Agora eu arranjei grana pra pagar.
Aliás, te pago dobrado se você sair buzinando e dando tchauzinho para os seus companheiros.
***
Um padre de um lugarejo no norte de Minas criava um peru.
Um dia a ave sumiu e ele suspeitou de que alguém do local havia roubado.
Na missa, ele perguntou:
-Algum de vocês tem um peru?
Todos os homens se levantaram!
-Não, não foi isso que eu quis dizer. Algum de vocês viu um peru?
Todas as mulheres levantaram!
-Não. O que eu quero dizer é se alguém viu um peru que não lhes pertence?
Metade das mulheres se levantou!
-Não. Acho que não formulei direito a pergunta. Alguém viu o meu peru?
Todos os coroinhas se levantaram!
***
O sujeito conhece uma gata na noitada e logo a leva ela para o motel.
Lá dentro ele tira a camisa, deixa o seu bíceps à mostra e diz:
— Isso são 80 kg de dinamite!
Mostra o abdômen e diz:
— 100 kg de dinamite!
Depois tira a bermuda, mostra as coxas e diz:
— 120 kg de dinamite!
Enfim ele tira a cueca samba-canção e a mulher sai correndo pelos corredores do motel, gritando:
— Corram! Evacuem o motel! O meu quarto está lotado de dinamite e o pavio é curtinho!
*
Três portugueses carregavam um piano pelas escadas de um prédio.
No quarto andar um deles resolve ir ver quantos andares ainda faltam.
Alguns minutos depois ele volta e diz:
– Tenho duas notícias, uma é boa e a outra é má.
– Conte só a boa.
– A boa é que faltam só 6 andares.
Eles continuam a subir e quando chegam ao décimo andar, um deles pergunta:
– E qual é a má notícia?
– É que o prédio não é esse.
*
Jo-a-quim era um norte-coreano enfermeiro de uma UTI e tratava de uma mulher internada em estado de paralisia total.
Nove meses depois ela aparece grávida, para o espanto de todos.
A Direção do Hospital se reuniu e deu queixa na delegacia para achar o culpado.
A polícia, então, começou interrogando o Jo-a-quim:
– O senhor era o enfermeiro da paciente grávida?
– Sim, Senhoire…
– E foi o senhor então quem engravidou a moça?!
– Foi sim, senhoire, mas só fiz por ordem do Hospital e cumpri rigorosamente o que estava escrito na prancheta da paciente.
– Como assim? O que estava escrito no boletim médico?
Jo-a-quim, então, retirou uma cópia do relatório e leu para o delegado:
“Mulher, 32 anos, desacordada, não reage a nenhum estímulo – COMA”
***
Sara, jovem esposa desesperada, vai ao psicanalista.
– Ai, doutor, eu não aguento mais.. Apesar de todos os meus esforços, meu marido não me dá a menor bola. Desde que nos casamos, ele só fala na mãe,na mãe, na mãe. É como se eu não existisse.
– Já experimentou preparar um jantar especial?
– Já. E não adiantou!
– Ouça, tenho uma ideia. Se há um domínio onde sua sogra não pode rivalizar é na cama. Esta noite, vista lingerie preta. Calcinha preta. A cor preta é muito sexy e muito excitante. Incluindo uma cinta liga negra também… Ele não vai resistir!
Sara seguiu à risca o plano, sem esquecer nenhum detalhe. De fato, nunca estivera tão sexy e voluptuosa..
Chega o Jacó em casa, arregala os olhos e diz:
– Sara, você está toda de preto…
– Aconteceu alguma coisa com a minha mãe?
***
Um casal está comemorando o sexagésimo aniversário de casamento com um jantar em um pequeno restaurante no campo.
O marido se inclina e pergunta para a esposa:
-Meu bem, você se lembra da nossa primeira vez, há sessenta anos atrás?
-Nós fomos para a parte de trás do restaurante, você se apoiou na cerca e…
-Eu lembro muito bem, responde ela.
-O que você acha de repetirmos agora, em louvor aos velhos tempos?
-Oh, você é um sátiro, mas… me parece uma boa idéia.
Um policial sentado ao lado, ouve a conversa e pensa: tenho que ver estes dois coroas fazendo sexo encostados na cerca, não é possível que ainda role alguma coisa entre eles.
Eles saem e caminham até lá, se apoiando um ao outro, ajudados por bengalas.
Chegam à cerca e a velha senhora ergue a saia, tira a calcinha, o coroa baixa as calças.
Ela segura na cerca e ele vem por traz. De repente, eles explodem no sexo mais furioso e fogoso que o policial nunca tinha visto em toda a sua vida.
Fazem os “nani nanis” como se tivessem dezoito anos. E, ainda, repetem dezenas de vezes.
Ela grita, ele agarra os quadris dela, enfim, era o sexo mais atlético e inimaginável, jamais visto, principalmente na faixa etária deles.
Finalmente caem exaustos no chão. Depois de mais de meia hora deitados se recuperando, os dois se levantam, apanham as roupas espalhadas e se vestem.
O policial, ainda perplexo, cheio de curiosidade, toma coragem, se aproxima do casal e pergunta:
-Vocês devem ter tido uma vida sexual fantástica. Acho que é por isso que estão juntos até hoje… Como vocês conseguem? Qual é o segredo? Tomam alguma coisa ou tudo isso é só o amor?
Cansado ainda, o educado velhinho responde:
-Sei lá… há sessenta anos atrás, essa cerca não era eletrificada!
***
Numa pequena cidade do interior de Santa Catarina, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
– Por favor, quero comprar arsênico.
– Mas… não posso vender isso ASSIM! Qual é a finalidade?
– Matar meu marido!
– Pra este fim… piorou… não posso vender!
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmacêutico.
– Ah bom!… COM RECEITA É OUTRA COISA…
***