19 de agosto

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8 respostas para “ESCOLHA DIFÍCIL…”

  1. Zé Dirceu - Não sou o do mensalão disse:

    Esteticamente eu prefiro o Charger RT e por desempenho o Mavecão.
    O Opala 250 S seria a última opção.

  2. Carlos Eduardo disse:

    Charger RT com certeza.
    O Opalão tem muitos fãs, mas entre ele e o dodge, fico com o segundo, mas estabilidade. Opala sai muito de trazeira.
    O maveca tem a vigia de um tanque de guerra, não se vê nada. Os que gostam do ford dizem que é pra frente que se dirige.

  3. Carlos Eduardo disse:


    PARA ASSISTIR

  4. Guaicurus disse:

    Opala, por referência de infância e se sentir poderoso, andando num desses. kkkk

  5. Tiago disse:

    Nessas alturas, pra quem toma aplicativo: TANTO FAZ!!!!

  6. Zé Dirceu - Não sou o do mensalão disse:

    #3 Carlos Eduardo, obrigado por compartilhar esse vídeo. Tem um monte de informações que eu não conhecia mas também tem uma inconsistência que explico abaixo.
    O Dodge Polara não competia com Chevete ou Fusca, competia com o Passat TS. E ganhava em desempenho, aceleração, velocidade final e estabilidade. Quanto ao Dodge 1800 (chamado de Doginho na época, segundo alguns repórteres automotivos da época o problema é que ele foi lançado apressadamente e com muitos problemas, tanto que havia uma piada. O pessoal dizia que ter o doginho era iguala ter hemorroidas. Quem tem tem vergonha de dizer que tem.
    Mas voltando ao Charger, o Maverick V8 de fábrica perdia para ele em final e arrancada mas o motor era muito mais fácil de preparar e havia mais opções para “envenenar” o carro que que para o Charger. O Opala era o pior deles mas era o mais vendido por ser o mais barato. E o Opala também era ruim de curva com grande tendência a sair de traseira nas curvas e a solução era colocar uma câmara de ar cheia com areia presa no fundo do porta-malas para melhorar a aderência das rodas traseiras. O Charger tinha tendência a sair de frente nas curvas.
    E por último, o primeiro Charger que tive não era o RT que tinha câmbio de 4 marchas. O meu primeiro tinha o câmbio na coluna de direção e era de três velocidades. E o motor era tão potente que em arrancadas eu quebrei o câmbio algumas vezes. Esticava a primeira até 90 km/h, jogava a segunda, esticava até 140 km/h e aí, quando jogava a terceira sem tirar o pé do acelerador o tranco do motor no câmbio era tão potente que quebrava a caixa de marchas.
    Foi por causa desse Dojão que eu comprei o que tenho agora. Encontrei um RT 1975 (mesmo ano do meu primeiro) da mesma cor. Cinza prateado com capota de vinil preta.
    Restaurei esse já tem quase 10 anos e não vendo de maneira alguma.
    Por último, além da crise do petróleo também começou o descontrole da inflação por volta de 1975/1976 e aí o poder aquisitivo caiu drasticamente.

  7. Carlos Eduardo disse:

    Zé Dirceu, obrigado pelas informações. Eu não tinha idade e nem dinheiro para ter uma máquina dessas, mas tive oportunidade de dirigir um maverick v8 e uns três dodges, sendo um deles um RT.
    Tive opala e posso falar como sai de traseira, bati um.
    Se fosse para comprar, compraria o RT, mas tão valendo perto de 450k. Sem condições.

  8. Carlos Eduardo disse:

    Outra coisa, nos EUA, os RT são raros por culpa de uma série famosa, que destruia um ou dois RT por capítulo: The Dukes of Hazzard.

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