Moisés, Jesus e um velhinho jogavam golfe.
Moisés colocou a bola no pino e deu a primeira tacada; a bola caiu num lago.
Moisés chegou à beira do lago e, levantando o taco, as águas se abriram. Ele entrou, deu a segunda tacada e a bola foi diretamente para o buraco.
Na vez de Jesus jogar, a bola também foi parar no lago, mas caiu sobre a folha de uma vitória-régia. Então, Jesus caminhou sobre as águas, foi até a planta e deu a segunda tacada, mandando a bola para o buraco.
Aí, foi a vez do velhinho.
Ele, todo trêmulo, preparou-se para dar a tacada inicial. A bola voou para fora do clube e começou a cair na direção de um riacho. Nesse instante, um sapo a engoliu. Pouco depois, uma cobra engoliu o sapo e foi agarrada por um gavião; a ave apertou demais a cobra que regurgitou o sapo ao sobrevoar o campo de golfe; ao cair, o sapo bateu com o peito no chão e cuspiu a bola diretamente para o buraco.
Ao acompanhar toda aquela cena, Moisés olha para Jesus e diz:
– Cara, é muito chato jogar golfe com o seu Pai!
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O professor estava analisando com seus alunos, aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:
“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.”
Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor implícitas no texto, o professor pergunta:
– Joãozinho, qual característica de Carlos Drummond de Andrade você pode perceber neste poema?
– Professor, eu tô matutando aqui: ou ele era traficante ou usuário.
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Num ônibus superlotado, uma mulher volta-se para um passageiro inconveniente:
– O senhor quer fazer o favor de desencostar essa coisa volumosa que está a me incomodar?!
– Calma, minha senhora. Não é o que esta a pensar. Este volume é o dinheiro do vencimento que recebi hoje. Enrolei num pacote e pus no bolso esquerdo das calças.
– Ah! Então o senhor deve ser um funcionário exemplar!
– Por que?
– É que desde o embarque até aqui, o senhor já teve três aumentos salariais…
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O chefe de departamento de pessoal da empresa justificando para o jovem solteiro porque não vai contratá-lo.
– Desculpe, mas nossa empresa só trabalha com homens casados.
– Por quê? Por acaso são mais inteligentes e competentes que os solteiros?
– Não, mas estão mais acostumados a obedecer.
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Com menos de um mês de casada, a filha única chega à casa da mãe, toda roxa:
– Oh! Mamãe, o Zecão me bateu!
– O Zecão? Mas eu pensei que ele estivesse viajando!
– Eu também, mamãe! Eu também!
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Durante o jantar, a patricinha anuncia para toda a família.
– Mamãe… papai… estou grávida!
– Como?! – pergunta o pai, embasbacado.
– Estou grávida!
– E quem é o pai? – pergunta a mãe, atônita.
– Eu sei lá! Vocês nunca me deixaram namorar firme!
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No velório, o viúvo recebe o abraço dos amigos:
– Meus pêsames. Ela vinha sofrendo há muito tempo?
– Sim. Desde que nos casamos.
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A moça entra na delegacia e anuncia:
– Acabo de ser violentada por um débil mental.
– Como tem certeza que era mesmo um débil mental? – pergunta o delegado.
– Certeza absoluta. Tive que explicar tudo para ele.
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A velhinha entra no quartel e vai direto para o escritório dos oficiais:
– Capitão, eu vim visitar o meu neto, Sérgio Ricardo. Ele serve no seu regimento, não é?
– Serve, sim, mas hoje pediu licença para ir ao enterro da senhora.
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Na reunião de diretoria a secretária percebe que o zíper da calça do chefe está aberta.
Discretamente ela faz um sinal, ele entende e fecha o zíper.
Depois da reunião ele pergunta à secretária:
– Então, dona Dora, a senhora chegou a ver o meu possante Ferrari vermelho?
– Não senhor, responde ela. Tudo que eu vi foi um fusquinha velho com os pneus da frente murchos.
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Morando numa cidadezinha do interior, Zé era dono de uma casinha bem cuidada, com um jardim na frente, onde se destacava uma bela árvore. Por causa desse árvore, Zé recebeu um apelido. Era Zé da árvore.
Muito tempo depois, já irritado com a forma como era chamado, Zé decidiu cortar a árvore para dar fim ao apelido. Mas após cortar a árvore sobrou um toco. Não deu outra. Ele passou a ser chamado de Zé do toco.
Contrariado, Zé contratou um tratorista para remover o toco do jardim. O buraco que restou lhe rendeu um novo apelido, Zé do buraco.
Indignado com o novo apelido, Zé resolveu ele mesmo tapar o buraco. Agora é conhecido como o Zé do buraco tapado.
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Uma loira, bem loira, está com o namorado no carro, num namoro desenfreado.
– Não que ir para o banco de trás? – pergunta ele.
– Não, responde a loira.
O rala e rola continua.
– Não quer mesmo ir para o banco de trás? – pergunta ele com sofreguidão.
– Não, não quero, diz a loira.
– Mas por quê? Pergunta ele, já desesperado.
– Porque prefiro ficar aqui com você, responde ela.
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Belo Horizonte, tarde da noite, cumpadi Tarugo com uma gripe danada, garganta doendo, resolve ir à farmácia do seu Juvenal.
Sabia que a farmácia já estava fechada, mas conhecia o farmacêutico, que morava em cima da farmácia. Bastava chamá-lo.
Tarugo toca a campainha e a mulher do farmacêutico atende na janela.
Com sua voz rouca, ele pergunta baixinho, quase sem poder falar:
– Dona Dodó, seu marido está?
Reponde ela, quase sussurrrando:
– Não… pode subir!
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O marido sai do banho pronto para uma noite de sexo e se aproxima da mulher deitada na cama.
Ela olha para ele e pergunta:
– Nossa, Juvenal, que pó é esse no seu pênis?
Responde ele:
– É remédio para a sua dor de cabeça. Você prefere via oral ou supositório?
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Na primeira noite juntos, a mulher diz ao homem:
– Puxa, querido, nunca imaginei que você tivesse um órgão tão pequeno.
Ele responde rápido:
– Nem eu nunca imaginei que um dia teria que tocá-lo numa catedral.
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A loira estava doente e foi ao médico. Ele diagnosticou:
– Você está com a doença de chagas. É grave e vou lhe prescrever um tratamento.
– E como foi que eu peguei essa doença?
– Foi numa picada de barbeiro.
– Barbeiro? O sr. tem certeza?
– Tenho. Ele é o único transmissor.
– Aquele pilantra safado! Ele me disse que era engenheiro.
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Depois de 2 meses de casado o marido pergunta à mulher:
– Amor, me diga a verdade, com quantos homens você já transou?
– Ah, querido, não vamos falar sobre isso…
– Pode falar, não vou ficar chateado.
– Está bem. Vamos lá então… tem o meu prim eiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, aquele jogador de futebol, o pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice… bom, eu acho que foram nove.
– Ah, então eu sou seu décimo homem? Pergunta ele decepcionado.
– Não querido, você foi o primeiro.
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A federação de futebol anuncia uma seleção para árbitros.
Muitos se inscrevem e, no dia marcado, os candidatos se organizam em fila.
O presidente da federação dá início às entrevistas:
– Pode entrar o idiota, cretino, imbecil, viado, filho duma puta, que é o primeiro da fila.
O candito entra e reage ao insulto:
– Peraí, ó. Eu não sou…
O presidente interrompe:
– Você não serve. Pode entrar o seguinte cretino, viado, imbecil…
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O sujeito trabalhava numa fábrica de conservas, e um dia confidencia para a mulher:
– Querida, eu tenho uma compulsão terrível. Tenho um desejo enorme de enfiar o pênis no cortador de picles.
Ela sugere um tratamento psiquiátrico e ele diz que vai pensar, mas um dia chega em casa cabisbaixo:
– Querida, lembra daquela minha compulsão?
– Ah, não! diz ela. Você não fez…?
– Fiz!
– E aí?
– Fui despedido.
– Mas, e o cortador de picles?
– Foi despedido também.
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O carro da loira quebrou no meio da estrada.
Logo apareceu um mecânico, que analisou a situação e concluiu:
– Não tem jeito, vamos ter que fazer uma chupeta.
E a loira:
– No meu carro ou no seu?
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O padre no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia discursa:
– A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi.
A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do seu melhor amigo. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria prima.
Fiquei assustadíssimo.
Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio.
Atrasado, chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre.
Ele pede desculpas pelo atraso e começa o discurso:
– Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.
Silêncio total…
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